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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

LUCRÉCIO - Da Natureza das Coisas


2484
Tradução (do latim), introdução e notas de 
Luís Manuel Gaspar Cerqueira
Ed. Relógio d´Água
ed. 2015
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O poema filosófico Da Natureza das Coisas (De rerum natura), escrito por volta do ano 50 a. C., pelo romano Tito Lucrécio Caro, é uma das mais importantes obras da Antiguidade Clássica.
A grandeza poética do livro foi reconhecida de modo quase imediato.
Ovídeo escreveu que «os versos do sublime Lucrécio» iriam perdurar enquanto o mundo existisse. Cícero declarou que o poema era «não apenas rico em brilhante engenhosidade», como artisticamente elevado». E Virgílio, que segundo algumas crónicas praticou o ritual romano de passagem à idade adulta no mesmo dia em que Lucrécio faleceu, prestou-lhe homenagem, dizendo que era o homem que conseguiu «encontrar a causa das coisas e que tinha espezinhado todos os temores».
in contracapa



terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

T.S. Eliot, Paul Celan, W.B. Yeats - 3 poetas Prémio Nobel da Literatura



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Poemas Escolhidos
W.B. Yeats
Ed. Relógio d´Água, 2017
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Nasceu em 13 de junho de 1865 em Sandymount, Irlanda. Era filho e irmão de pintores, numa família que fazia parte da minoria protestante. Durante algum tempo Yeats dedicou-se à causa do nacionalismo irlandês. E numa comjunção rara uniu o interesse pela mitologia do seu país ao estudo dos mitos antigos, sempre de um ponto de vista pessoal.
Congeceu cedo a literatura irlandesa e dedicou-se ao estudo das disciplinas esotéricas, fazendo parte da Dublin Hermetic Society e mais tarde da rosacrucianista Heretic Order of the Golden Dawn.
Em 1889 conheceu a revolucionária Maud Gonne, que inspirou muitos dos seus poemas. Interessou-se por William Blake, cujas obras editou. Em 1893 publicou O Crepúsculo Celta.
Em 1923, Yeats recebe o Prémio Nobel da Literatura, o primeiro concedido a um irlandês.
Faleceu em 28 de Janeiro de 1939, em Roquebrune, França, num «dia escuro e frio», a acreditar no poema que W.H. Auden dedicou à sua memória. 

2395
Sete Rosas Mais Tarde
Paul Celan
Ed. Cotovia, 3ª edição, 2006
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Paul Celan nasceu em Czernowitz (Bucovina, na Roménia) em 1920, de pais judeus-alemães.
Em 1940 os seus pais são deportados para um campo de extermínio, onde morrem poucos meses depois. Celan permaneceu preso, num campo de trabalho, até 1943, ano em que a Bucovina volta a ser tomada pelos soviéticos. Em 1945, parte para Bucareste on de se torna tradutor e leitor de uma editora e publica os seus primeiros poemas. Em Dezembro de 1947, partirá para Viena, e um ano depois para Paris, onde se fixa e retoma os estudos (Germanística e Linguística). Entre 1950 e 1968, publica vários originais e traduções (Shakespeare, Henri Michau, Paul Baléry, Pessoa, Mandelstam). Em 1969, um ano antes da sua morte, visita Israel. Suicida-se no Sena, um ano depois.

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A Terra Devastada
T.S. Eliot
Prefácio e Tradução de Gualter Cunha
Ed. Relógio d´Água, 1999
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«T.S.Eliot, por certo um dos maiores e sem dúvida um dos mais influentes dos poetas e críticos modernos, nasceu em 1888, em Saint-Louis, Missouri, descendente de imigrantes ingleses que se haviam estabelecido em Massachussets, no século XVII. Criado em casa rica e de ambiente culto, formou-se emHarvard, em filosofia, e prosseguiu estudos superiores em Paris, Osford, e na Alemanha. Estabeleceu-se em Londres, primeiro como professor secundário, e depois como empregado bancário, que durante longos anos foi até passar à direção de uma grande editorial britânica. A sua estreia poética deu-se em 1915, na revista Poetry, de Chicago, aonde saiu um dos seus mais belos e famosos poemas, The Love Song of J. Alfred Prufrock. Este e outros poemas constituíram, em 1917, o seu primeiro livro. Como crítico e orientador do novo gosto literário, em Londres dirigiu (1917-19) The Egoist, foi principal colaborador (1919-21) de The Athenaeum (o jornal literário em que Pessoa publicou um poema), e fundou e dirigiu a importante revista The Criterion (1922-39). Em 1922, o poema The Waste Land foi um dos mais belos e mais importantes poemas do Modernismo. Sucessivas publicações de poesia culminaram nos Collected Poems de 1936, que o consagraram definitivamente. Entretanto, desenvolvia outra das grandes realizações poéticas moderna, com os Quaro Quartetos, publicados de 1934 a 1942. Um dos renovadores do teatro poético a partir de Murder in the Cathedral (1935), foram também numerosos os seus volumes de ensaios, que lançaram as bases de grande parte da moderna crítica anglo-saxónica e de uma compreensão modernista da poesia. Cidadão britânico em 1927, Prémio Nobel da Literatura em 1947, Eliot morreu em Londres, em 1965.»
Jorge de Sena em «Poesia do Século XX.»

sábado, 9 de março de 2013

Chaves de escrita na escrita de A Lobo Antunes, Albano Martins, Hélia Correia

 1899
Chaves de escrita e chaves de leitura
na escrita de António Lobo Antunes
Catarina Vaz Warrot
ed. Exto/Leya
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1900
A Terceira Miséria
Hélia Correia
ed. Relógios d´Água - 2012
1898
Estão agora floridas as magnólias
ALBANO mARTINS
Ed. Afrontamento - 2012     (DOIS EXEMPLARES na bibioteca  - 10-3.2013)
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Poesia Reunida -vol 2
Vasco Graça Moura
Quetzal - 2012
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http://az-bibliotca.blogspot.pt/search/label/ant%C3%B3nio%20Lobo%20Antunes

- 9 títulos de António Lobo Antunes no blogue complementar

http://az-bibliotca.blogspot.pt/2012/09/varios-saramago-nuno-judice-mario.html

- mais de ALBANO MARTINS e NUNO JÚDICE

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Poesia Haiku - 50 Poemas; Tomas Transtromer

1885
Haiku - poesia tradicional japonesa
Tomas Transtromer
A sua linguagem é aparentemente simples, partindo muitas vezes de um encontro entre o quotidiano e aspetos da natureza, prolongando-se numa visão transcendente da vida.

Agenda Literária 2013, Plano C

 1889












1890
ed. Bertrand Editora - 2012