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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Walt Whitman - sua vida e pensamento



2524
Ed. 1970

Cap. I - Um relance pela América do seu tempo (séc. XIX)
Cap. II - 1819-1892  - Os 73 anos de Walt Whitman
Cap. III - «Folhas de Erva»

ANTOLOGIA

Selecção de poemas de «Folhas de Erva»

Deste grande poeta americano diz Czeslaw Milosz:
"Já antes da Primeira Guerra Mundial, toda a poesia europeia sofrera a influência americana por via de Walt Whitman, que, sozinho, praticamente revolucionou a versificação ao esquecer a métrica e a rima em favor do verso livre."
(p 186 do seu livro 2522 já registado neste blogue) 



quarta-feira, 17 de julho de 2019

Os animais [haikus]}

2519
ed. 2019
Selecção, organização e versões portuguesas
Joaquim M. Palma

dentro do nevoeiro
três pinheiros e dois grous
marido e mulher

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Milton de William Blake


2517


Milton encena a viagem de autodescoberta e renovação do herói que lhe dá título. No primeiro livro do poema, John Milton regressa do céu ao mundo dos mortais. Sob a forma de um cometa, penetra no corpo de William Blake. A relação entre o poeta vivo e o seu predecessor dramatiza as pulsões contrárias da consciência individual, e uma luta sem tréguas pela afirmação da imaginação e da visão contra a mera exterioridade do mundo material. No segundo livro. Milton une-se à sua emanação feminina, Ololon, progredindo em direcção à superação apocalíptica das divisões entre sexos, entre vivos e mortos, e entre a consciência humana e as suas projecções alienadas no mundo exterior.
...
(in badana da capa)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Matéria Negra de Manuel Frias Martins, A Morte é uma Flor de Paul Celan, COLÒQUIO|Letras

2506
5jun2019
António Lobo Antunes
Carlos Lopes Pires
(a noite que nenhuma mão alcança, 2018)
pp 234/5/9 
Recenssão crítica de Manuel Frias Martins

2504
que me foi oferecido pelo autor
dediatória em junho2019


2503
Talvez mais do que todos os que conhecíamos, este último livro de Paul Celan (que ele, na ambiguidade do gesto de conservar os poemas, quis e não quis que fosse o último) garvita à volta de um núcleo de sentido(s) que é o de sempre, mas onde se destacam, com contornos mais nítidos, dois vectores maiores: a memória e o silêncio (poderíamos também dizer: a História e a Linguagem).
in Posfácio de João Barrento.


2505
COLÓQUIO|Letras n.200 jan/abr2019
Jorge de Sena
(Editorial 
Chega ao número 200 a Colóquio/Letras.
A revista começou a ser publicada em março de 1971, e desde então tem vindo a prestar um inestimável serviço à divulgação da cultura e da literatura portuguesas e lusófonas.
Ao longo da sua história teve como diretores personalidades destacadas no mundo da universalidade e da literatura, que sempre mantiveram uma linha coerente na publicação de ensaios, recensões e textos de criação inéditos, nela tendo colaborado os grandes representantes da cultura portuguesa e lusófona.
É essa tradição que, desde 2009, assumi preservar e continuar.
Nos quase 50 anos da sua vida, e ao chegarmos a este número 200 - que importa destacar pelo carácter excecional, não só da longevidade, mas acima de tudo por se manter uma referência nos estudos de literatura -, é simbólico o ato de homenagear Jorge de Sena, na celebração do seu centenário.
Nome fundamental da cultura portuguesa, grande poeta, ficcionista e dramaturgo, Sena dedicou-se igualmente à tradução e aos estudos literários que acompanharam a sua atividade de professor no Brasil e em Santa Bárbara, nos Estados Unidos. O dossiê consagrado à sua figura abre com um depoimento do General Ramalho Eanes que, eleito Presidente da República em fins de 1976, convidou para intervir, no primeiro 10 de Junho sob a sua presidência, celebrado na cidade da Guarda, dois dos maiores nomes da literatura portuguesa do século XX, Jorge de Sena e Vergílio Ferreira. Aí proferiram notáveis intervenções, destacando-se a de Jorge de Sena, que libertou a figura e a obra de Camões de equívocos ligados ao seu aproveitamento ideológico pelo regime anterior.
Ao nosso primeiro Presidente da República democraticamente eleito importa agradecer o gesto desta contribuição escrita, reveladora da importância que a Democracia então instaurada teve, e tem, para a Cultura portuguesa no seu todo.
...
Nuno Júdice


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Persianas de miguel-manso (poesia)


2501
Ed. 2016 (2ª)

Miguel-Manso nasceu em Santarém, em 1979. Viveu em Almeirim e em Lisboa. Hoje mora numa aldeia do concelho da Sertã. Estreou-se em 2008 com o livro "Contra a Manhã Burra" (edição do autor) e fez sair no mesmo ano "Quando Escreve Descalça-se (Trama Literária).
...
Em 2013 publicou Tojo: Poemas Escolhidos (Relógio d´Água)...
Persianas marca a estreia do autor na Tinta-da-china.

(in badana da contracapa do livro)

quinta-feira, 28 de março de 2019

Kabir e José Anjos: O Nome daquele que não tem nome; uma fotografia apontada à cabeça


2496
sessenta e três poemas de KABIR
Ed. Assírio & Alvim, 2018
-
Pouco se sabe sobre a vida de Kabir, para além do que deixam adivinhar os seus poemas, as hagiografias e as lenda. Terá vivido em Varanasi (Benares), o mais sagrado dos lugares sagrados hindus e simultaneamente um centro de comércio e peregrinação, na primeira metade do século XV. Nascido de uma viúva brâmane e adoptada por uma família da casta dos tecelões, convertida à fé islâmica, Kabir revela nos seus poemas um profundo conhecimento quer do hinduísmo quer do islamismo (e dentro deste do sufismo). De Varanasi, uma cidade que prometia a salvação a todos os que nela morressem, ter-se-á retirado no fim da vida para uma obscura cidade chamada Magahar.
A vida de Kabir confunde-se com a lenda. Desses episódios lendários da vida de Kabir há especialmente dois que gostaria que tivessem sido reais: o primeiro é o do encontro entre Kabir e Mirabai. O segundo tem a ver com a sua morte: hindus e muçulmanos teriam disputado o seu corpo, uns para cremá-lo, outros para enterrá-lo. Quando abriram o caixão, o que restava de Kabir era uma coroa de flores, que hindus e muçulmanos dividiram entre si.
Jorge Sousa Braga, na Introdução


2495
Ed. abysmo, 2019

Na palavra abysmo, é a forma do y
que lhe dá profundidade, escuridão, mistério...
Escrevê-la com i italiano é fechar a boca do abysmo,
é transformá-lo numa superfície banal.
Teixeira de Pascoaes

aquele que não ouvirás mais - poesia 2019 de Carlos Lopes Pires




2497


Carlos Lopes Pires escreve a p 7 :


para patitas
o gato da minha vida

o patitas deveria durar até depois de mim
um automóvel roubou-o do nosso quintal e à minha vida
-
A propósito: deixei registado no meu blogue-armazém o seguinte:
https://dispersamente.blogspot.com/2019/03/a-pretexto-da-apresentacao-do-26-livro.html


terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Poesia




2488
Homem de Pau e Manta
Retalhos de uma vida
Luiz Marques Gomes
ed. do autor, 2019
-
Nasceu em Torres Novas a 17 de Fevereiro de 1955.
Vive em Carvalhal da Aroeira concelho de Torres Novas até aos 24 anos.
Actualmente frequenta o encontros de poetas na Biblioteca de Alcanena tendo vários textos poéticos publicados no jornal O Almonda (Semanário Regionalista de Torres Novas). Contribui também com a sua poesia nos eventos culturais realizaos na sua Aldeia, o Carvalhal da Aroeira.
O publicar parte dos seus escritos é o cumprir de uma promessa a si mesmo, aos amigos mais chegados e a todos aqueles que sabem da sua existência em Portugal e além-fronteiras. É o concretizar de um sonho. (in badana do livro)   




2487
Instruções para Atravessar o Deserto
Juan Vicente Piqueras
Ed.Assírio & Alvim, 2019
-
Juan Vicente Piqueras nasceu em 1960 em Los Duques de Requena (Valencia).
Nasci numa aldeia sem água e numa casa sem livros. O centro do seu mundo poético é aquela aldeia rodeada de vinhas, oliveiras, amendoeiras e montes, onde hoje vivem apenas trinta pessoas. A água chegou a minha aldeia no mesmo ano em que morreu Franco - disse o poeta. Nasci em finais da baixa idade média e vi séculos passarem diante dos meus olhos e um mundo inteiro desaparecer. Nasci numa Espanha que já não existe.
... Toda a minha poesia não é mais do que uma sucessão de humildes variações sobre o tema da Odisseia.    





2486
Enquanto uma din neve cai
Howard Altman
Ed. Guerra e Paz, 2019

Howard Altman é autor dos livros de poesia Hho Collects Tnhe Days e In The House, da peça de teatro The Johnsons & The Thompsons e de uma mão-cheia de histórias para crianças a espera de serem adoptadas. Os seus poemas tem sido publicados em Academyof American Poets, The Guardian, Poetry, Poetry Revew e outros lugares one um poeta tende a deambular. Nascido em Montreal, no Canadá, graduou-se na Universidade McGill ena Universidade Stanford; actualmente, vive em Nova York.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Adilia Lopes, J.M. Coetzee


2452
Estar em Casa
Assírio & Alvim, 2018


2451
Ed. 2016

In contracapa:
MODUS OPERANDI

Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso s verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.

Adília Lopes


-
https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/57408/2/TESEMESLUCIAEVANGELISTA000148379.pdf
-
Entrevista em 2017




2450
Ed. DQuixote, 2010

J.M.Coetzee é Prémio Nobel da Literatura em 2003.

Nasceu em 1940, nacidade do Cabo, estudou na África do Sul e nos Estados Unidos, e actualmente (2010) reside na Austrália.
Entre as suas obras contam-se No Coração desta Terra, À Espera dos Bárbaros, A Vida e O Tempo de Michael K, O Mestre de Petersburgo, Desgraça, Elizabete Costello, O Homem Lento e O Diário de um Mau Ano.


terça-feira, 28 de agosto de 2018

Agustina Bessa-Luís, Rita Ferro, João Luís Barreto Guimarães


2446
O Manto
Ed. Relógio d´Água, 2018
-
«Tenho um amigo que nos anos difíceis de meados de 1960, nos tempos da recruta, levou consigo O Manto para Mafra e fez deste romance de Agustina a sua pequena casa entre a carreira de tiro, acampamentos e os longos corredores do mosteiro.
...»
in contracapa




2445
Um amante no Porto
Rita Ferro
Ed. D.Quixote, 2018



2444
Nómada
Ed. Quetzal, 2018


2443
mediterrâneo
João Luís Barreto Guimarães
Ed. Quetzal, 2016

Petrarca, Mário-Henriques Leiria, Maria Cunha e Silva


2449
As Rimas de Petrarca
-
"É como poeta que Francisco Petrarca (1304-1374) se distingue, sobretudo pelo seu Cancioneiro e pelos Triunfos, obras traduzidas por Vasco Graça Moura - e especialmente pela arte do soneto, cuja estrutura aperfeiçoou de forma inovadora e definitiva, e que não deixou de inspirar outros poetas até hoje.
Nesta obra notável, a maior parte dos sonetos é dedicada a uma «musa impossível», Laura - e o amor, além de tema principal, adquire uma subtil dimensão erótica e lírica, cheia de metáforas que influenciaram toda a poesia posterior. Tudo isso contribui para que Petrarca, humanista e filósofo, fosse considerado o Poeta dos Poetas e uma das referências fundamentais da literatura ocidental."
in contracapa




2448
POESIA
Mário-Henrique Leiria
Ed. E-Primatur, 2018
-
"Este 2º volume das obras completas de Mário-Henrique Leiria recolhe a poesia completa do Autor, incluindo diversos textos inéditos e outros nunca antes compilados emlivro.
A obra poética de Mário-Henriques Leiria é diversa e, como o próprio autor, experimentalista, cobrindo diversos estilos e tipos de poesia. Muitos dos textos são, autenticamente, contos em forma de poema mas o leitor encontrará igualmente poesia visual, lírica ou receitas para cocktails.
A edição foi preparada pela Professora Tania Martuscelli (universidade do Colorado/Boulder, EUA), a maior especialista na obra de Mário-Henrique Leiria, oferecendo, pela primeira vez, aos leitores portugueses de forma sitemática e coerente uma obra até agora dispersa e, em boa parte, indisponível."
in contracapa
-
Mário-Henrique Leiria (1923-1980) é um dos nomes maiores das letras lusas e um dos seus grandes autores de culto do século XX.
Nasceu e morreu em Cascais e chegou a ser editor no Brasil onde esteve exilado.



2447
"Um dia do nosso para Sempre"
Ed. cultura, 2018


domingo, 1 de julho de 2018

Vasco Pulido Valente,Cebola Crua com sal e broa (mst), leite e mel (poesia)


2430
ano 2018


2431
ed.lua depapal,2017


2432
Ed. Clube do Autor, 2018



2433
Ed. Dom Quixote, 2018
Uma poderosa reflexão sobre o Portugal moderno e contemporâneo.


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

T.S. Eliot, Paul Celan, W.B. Yeats - 3 poetas Prémio Nobel da Literatura



2394 
Poemas Escolhidos
W.B. Yeats
Ed. Relógio d´Água, 2017
-
Nasceu em 13 de junho de 1865 em Sandymount, Irlanda. Era filho e irmão de pintores, numa família que fazia parte da minoria protestante. Durante algum tempo Yeats dedicou-se à causa do nacionalismo irlandês. E numa comjunção rara uniu o interesse pela mitologia do seu país ao estudo dos mitos antigos, sempre de um ponto de vista pessoal.
Congeceu cedo a literatura irlandesa e dedicou-se ao estudo das disciplinas esotéricas, fazendo parte da Dublin Hermetic Society e mais tarde da rosacrucianista Heretic Order of the Golden Dawn.
Em 1889 conheceu a revolucionária Maud Gonne, que inspirou muitos dos seus poemas. Interessou-se por William Blake, cujas obras editou. Em 1893 publicou O Crepúsculo Celta.
Em 1923, Yeats recebe o Prémio Nobel da Literatura, o primeiro concedido a um irlandês.
Faleceu em 28 de Janeiro de 1939, em Roquebrune, França, num «dia escuro e frio», a acreditar no poema que W.H. Auden dedicou à sua memória. 

2395
Sete Rosas Mais Tarde
Paul Celan
Ed. Cotovia, 3ª edição, 2006
-
Paul Celan nasceu em Czernowitz (Bucovina, na Roménia) em 1920, de pais judeus-alemães.
Em 1940 os seus pais são deportados para um campo de extermínio, onde morrem poucos meses depois. Celan permaneceu preso, num campo de trabalho, até 1943, ano em que a Bucovina volta a ser tomada pelos soviéticos. Em 1945, parte para Bucareste on de se torna tradutor e leitor de uma editora e publica os seus primeiros poemas. Em Dezembro de 1947, partirá para Viena, e um ano depois para Paris, onde se fixa e retoma os estudos (Germanística e Linguística). Entre 1950 e 1968, publica vários originais e traduções (Shakespeare, Henri Michau, Paul Baléry, Pessoa, Mandelstam). Em 1969, um ano antes da sua morte, visita Israel. Suicida-se no Sena, um ano depois.

2396
A Terra Devastada
T.S. Eliot
Prefácio e Tradução de Gualter Cunha
Ed. Relógio d´Água, 1999
-
«T.S.Eliot, por certo um dos maiores e sem dúvida um dos mais influentes dos poetas e críticos modernos, nasceu em 1888, em Saint-Louis, Missouri, descendente de imigrantes ingleses que se haviam estabelecido em Massachussets, no século XVII. Criado em casa rica e de ambiente culto, formou-se emHarvard, em filosofia, e prosseguiu estudos superiores em Paris, Osford, e na Alemanha. Estabeleceu-se em Londres, primeiro como professor secundário, e depois como empregado bancário, que durante longos anos foi até passar à direção de uma grande editorial britânica. A sua estreia poética deu-se em 1915, na revista Poetry, de Chicago, aonde saiu um dos seus mais belos e famosos poemas, The Love Song of J. Alfred Prufrock. Este e outros poemas constituíram, em 1917, o seu primeiro livro. Como crítico e orientador do novo gosto literário, em Londres dirigiu (1917-19) The Egoist, foi principal colaborador (1919-21) de The Athenaeum (o jornal literário em que Pessoa publicou um poema), e fundou e dirigiu a importante revista The Criterion (1922-39). Em 1922, o poema The Waste Land foi um dos mais belos e mais importantes poemas do Modernismo. Sucessivas publicações de poesia culminaram nos Collected Poems de 1936, que o consagraram definitivamente. Entretanto, desenvolvia outra das grandes realizações poéticas moderna, com os Quaro Quartetos, publicados de 1934 a 1942. Um dos renovadores do teatro poético a partir de Murder in the Cathedral (1935), foram também numerosos os seus volumes de ensaios, que lançaram as bases de grande parte da moderna crítica anglo-saxónica e de uma compreensão modernista da poesia. Cidadão britânico em 1927, Prémio Nobel da Literatura em 1947, Eliot morreu em Londres, em 1965.»
Jorge de Sena em «Poesia do Século XX.»

quarta-feira, 16 de março de 2016

Pérolas de Vida - poesia de Pedro Moniz



Apresentação da Fundação Caixa Agrícola de Leiria em 12 de Março de 2016
Poesia dita por Zaida Nunes
-
2256
Ed. Textiverso, 2016



quinta-feira, 3 de março de 2016

sábado, 14 de novembro de 2015


2198 - R
13nov2015

2195
Da Natureza dos Deuses
António Lobo Antunes
D.Quixote, 2015

2196
Estrada de Beirute
Uma Saga Familiar Moçambicana
Gabriel Mithá Ribeiro
Ed. Edeia-Fixa, 2015
-
2197
Vagas e Lumes (Poesia)
Mia Couto
Ed. Caminho


2199 - AA619
Mensário «Notícias de Colmeias»
Nov2015 - 191 - XVI Ano

terça-feira, 3 de março de 2015

Vários ...atlas ilustrado do Mundo Bíblico

 2117
atlas ilustrado do Mundo Bíblico
ed. circulo do livro, 1985 - Brasil

2131
O Baloiço Vazio
Carla Lima


Ed. 2013
-

2131
O meu irmão
Afonso Reis Cabral
Ed. Leya, 2014
2133
Premonições
pp. 213-14 Marta Moita
ed. Lua de marfim. 2015
-
2134
Poesias de mim
ed. 2015 - aLCANENA


 
2118
aLEXANDRE hERCULANO
-
2120
 2118
-
2121
Las Colecciones del Museo del Prado
ed- Dom Jullian,
Goya, Murillo, Zurbaran, Rubens, Ribera, El Greco
-
2119
Vivaldi
Padre, músico e empresário
As quatro estações
-
2122
Os mais belos Palácios de Portugal
Ed. Verbo, 1992