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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Agustina Bessa-Luís, Rita Ferro, João Luís Barreto Guimarães


2446
O Manto
Ed. Relógio d´Água, 2018
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«Tenho um amigo que nos anos difíceis de meados de 1960, nos tempos da recruta, levou consigo O Manto para Mafra e fez deste romance de Agustina a sua pequena casa entre a carreira de tiro, acampamentos e os longos corredores do mosteiro.
...»
in contracapa




2445
Um amante no Porto
Rita Ferro
Ed. D.Quixote, 2018



2444
Nómada
Ed. Quetzal, 2018


2443
mediterrâneo
João Luís Barreto Guimarães
Ed. Quetzal, 2016

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Rita Ferro em "António Ferro - Um Homem por Amar"

2322

Rita Ferro nasce um ano depois de António Ferro morrer. Todavia, a imagem que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjeturando ao longo de décadas, dentro e fora da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - neta, romancista e utilizadora privilegiada do espólio familiar - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra profundidade às versões com que a academia, a edição e a imprensa, aplicadamente, o vêm reduzindo, perdendo da vista o que poderia conferir-lhes outro equilíbrio:
a perspetiva do seu lado mais íntimo e humano.
Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas nunca inocente - este livro, cujos anacronismos são deliberados, e que continua o que Retrato de Uma Família já começara, é uma recriação pessoalíssima composta de uma série de frescos baseados em factos verídicos, com uma abordagem totalmente inesperada, oferecendo ainda, no final, um lote de correspondência inédita.

António Ferro - Um Homem por Amar lança uma luz diferente sobre o caráter deste homem controverso e extraordinário que marcou o século XX português.
(in contracapa do livro)


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