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segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Caderno de estudos leirienses nº 17 Set18
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Saul António Gomes
sábado, 23 de junho de 2018
a noite que nenhuma mão alcança: poesia de Carlos Lopes Pires --- Jerusalém de Simon Sebag Montefiore
2428
Ver referências às edições de Carlos Lopes Pires
em www.textiverso.com
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ver também o vídeo
https://youtu.be/rsnm8ekPIJs
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nb: Tenho que ficar grato ao autor por me ter dedicado um poema na p 131.
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nb: Tenho que ficar grato ao autor por me ter dedicado um poema na p 131.
2429
«O sionismo não era uma novidade, e a palavra já existia desde 1890; o que Herzl fez foi conferir expressão e organização política a um sentimento muito antigo. Desde o rei David, e em especial desde o Exílio da Babilónia, que os judeus encaravam a própria existência em termos da sua relação com Jerusalém: rezavam voltados para Jerusalém, (...) iam em peregrinação a Jerusalém, desejavam ser sepultados na cidade e, sempre que possível rezavam em torno do muro do Templo. Mesmo nas ocasiões em que ali foram ferozmente perseguidos, os judeus continuaram a viver em Jerusalém, só abandonando a cidade quando eram expulsos sob pena de morte.»
Ed. Altheia/Expresso
2018
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sábado, 2 de junho de 2018
DEUS APOSENTA-SE - Pedro Jordão
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Pedro Jordão
quarta-feira, 23 de maio de 2018
domingo, 4 de junho de 2017
FORAIS de Leiria - Ed. Textiverso; Sobre a Finitude - Gunther Grass
2359
FORAIS DE LEIRIA
Coordenação de Saul António Gomes
Ed. Textiverso, 2017
-
Textos de análise histórica, transcrições paleográficas, traduções e cronologia final de Saul António Gomes.
Transcrição paleográfica do foral original de 1510: Paula Cândido, Ana Teresa Rodrigues, Mário Rui Simões Rodrigues, Saul António Gomes.
Glossário: Mário Rui Simôes Rodrigues.
Revisão gráfica: Mário Rui Simões Rodrigues e Saul António Gomes.
Conceção e arranjo da capa: Gonçalo Fernandes.
Editor: Carlos Fernandes.
Apoios: Ricardo Charters d´Azevedo, Palácio Cadaval/Évora, Arquivo Nacional Torre do Tombo, Arquivo Distrital de Leiria.
2360
Sobre a Finitude
Gunther Grass (Prémio Nobel da Literatura)
Tradução: João Bouza da Costa
Ed. D. Quixote, 2016
-
O último livro de Gunther Grass: uma obra dinâmica onde a prosa, a poesia e a ilustração criam uma fascinante reflexão sobre a velhice e a finitude.
FORAIS DE LEIRIA
Coordenação de Saul António Gomes
Ed. Textiverso, 2017
-
Textos de análise histórica, transcrições paleográficas, traduções e cronologia final de Saul António Gomes.
Transcrição paleográfica do foral original de 1510: Paula Cândido, Ana Teresa Rodrigues, Mário Rui Simões Rodrigues, Saul António Gomes.
Glossário: Mário Rui Simôes Rodrigues.
Revisão gráfica: Mário Rui Simões Rodrigues e Saul António Gomes.
Conceção e arranjo da capa: Gonçalo Fernandes.
Editor: Carlos Fernandes.
Apoios: Ricardo Charters d´Azevedo, Palácio Cadaval/Évora, Arquivo Nacional Torre do Tombo, Arquivo Distrital de Leiria.
2360
Sobre a Finitude
Gunther Grass (Prémio Nobel da Literatura)
Tradução: João Bouza da Costa
Ed. D. Quixote, 2016
-
O último livro de Gunther Grass: uma obra dinâmica onde a prosa, a poesia e a ilustração criam uma fascinante reflexão sobre a velhice e a finitude.
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sábado, 22 de abril de 2017
Ai ! Joaquinita - crime à beira de água - Pedro Moniz
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Pedro Moniz
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Livros de Rita Ferro, Luís Vieira da Mota, Fernanda de Castro (70 anos de Poesia), Eugenio Kontale
2336
70 anos de poesia
Fernanda de Castro,
Fund Eng António de Almeida, 1989
-
2337
Poesia Reunida
João Luís Barreto Guimarães
Ed. Quetzal, 2011
-
2338
Desculpe lá, Mãe
Rita Ferro e Marta Gautier
Círc. Leitores, 1998
-
O Vento e a Lua
Rita Ferro
Ed. Contexto, 1992
-
(Livros comprados em alfarrabista após a vinda de Rita Ferro a Leiria
fazer a apresentação do seu livro António Ferro- Um Homem por Amar, 2016)
-
2340
O Banqueiro Anarquista/A Alma do Homem sob a Égide do Socialismo
Fernando Pessoa/Oscar Wilde
Ed. Guerra e Paz, 2016
-
2341
Diário de Alba
Luís Vieira da Mota
e Mireia Oncins
Ed. Textiverso, 2016
70 anos de poesia
Fernanda de Castro,
Fund Eng António de Almeida, 1989
-
2337
Poesia Reunida
João Luís Barreto Guimarães
Ed. Quetzal, 2011
-
2338
Desculpe lá, Mãe
Rita Ferro e Marta Gautier
Círc. Leitores, 1998
-
O Vento e a Lua
Rita Ferro
Ed. Contexto, 1992
-
(Livros comprados em alfarrabista após a vinda de Rita Ferro a Leiria
fazer a apresentação do seu livro António Ferro- Um Homem por Amar, 2016)
-
2340
O Banqueiro Anarquista/A Alma do Homem sob a Égide do Socialismo
Fernando Pessoa/Oscar Wilde
Ed. Guerra e Paz, 2016
-
2341
Diário de Alba
Luís Vieira da Mota
e Mireia Oncins
Ed. Textiverso, 2016
2335
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Rita Ferro em "António Ferro - Um Homem por Amar"
2322
Rita Ferro nasce um ano depois de António Ferro morrer. Todavia, a imagem que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjeturando ao longo de décadas, dentro e fora da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - neta, romancista e utilizadora privilegiada do espólio familiar - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra profundidade às versões com que a academia, a edição e a imprensa, aplicadamente, o vêm reduzindo, perdendo da vista o que poderia conferir-lhes outro equilíbrio:
a perspetiva do seu lado mais íntimo e humano.
Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas nunca inocente - este livro, cujos anacronismos são deliberados, e que continua o que Retrato de Uma Família já começara, é uma recriação pessoalíssima composta de uma série de frescos baseados em factos verídicos, com uma abordagem totalmente inesperada, oferecendo ainda, no final, um lote de correspondência inédita.
António Ferro - Um Homem por Amar lança uma luz diferente sobre o caráter deste homem controverso e extraordinário que marcou o século XX português.
(in contracapa do livro)

2323

2324
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António Ferro,
Cad leir -nº 11,
Cadernos Leirienses,
ed. 2016,
Ed. D.Quixote,
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Rita Ferro,
Só se Morre Uma Vez - Diário 2
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Revolta na Stephens - Romance Histórico
2321
A Revolta na Stephens
Fernando Luz
Romance Histórico
Ed. Textiverso, 2016
Em 1827 os vidreiros da fábrica de vidros da Marinha Grande estavam em guerra. Não aceitavam a decisão do Estado de não querer receber a fábrica conforme fora determinado em testamento por Diogo Stephens, antes pretendendo dá-la de arrendamento a particulares. Iam dar início a formas de luta pelos seus direitos e pelos destinos da fábrica, muitos anos antes de na Marinha Grande ou em qualquer lugar de Portugal outros operários iniciarem formas de luta semelhantes. Um de entre eles, o ajudante de cristalaria Vicente de Sousa, luta também pela mulher da sua vida.
A Revolta na Stephens
Fernando Luz
Romance Histórico
Ed. Textiverso, 2016
Em 1827 os vidreiros da fábrica de vidros da Marinha Grande estavam em guerra. Não aceitavam a decisão do Estado de não querer receber a fábrica conforme fora determinado em testamento por Diogo Stephens, antes pretendendo dá-la de arrendamento a particulares. Iam dar início a formas de luta pelos seus direitos e pelos destinos da fábrica, muitos anos antes de na Marinha Grande ou em qualquer lugar de Portugal outros operários iniciarem formas de luta semelhantes. Um de entre eles, o ajudante de cristalaria Vicente de Sousa, luta também pela mulher da sua vida.
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romance histórico
sábado, 3 de dezembro de 2016
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Coleção de Pintura - Séculos XVI-XVIII, Jorge Estrela; A Baía de S. Martinho do Porto, Recreio de Memórias de Fernando Manel Brites,
2298
2304
Ed. Textiverso, 2016
2301
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2301. S. Martinho do Porto,
2304,
Coleção de Pintura - Museu de Leiria,
ed. Textiverso,
Fernando Brites,
Jorge Estrela,
Memória de Fernando Manuel Brites,
Poesia e Pintura
quarta-feira, 16 de março de 2016
Pérolas de Vida - poesia de Pedro Moniz
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Poesia
domingo, 6 de setembro de 2015
Vários: O Castelo de Póvoa de Lanhoso e vários de Joaquim Santos - Colmeias
2172
Ed. Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, 2012
2173
Ed. Textiverso, 2014
Joaquim Manuel Alves dos Santos
«O presente estudo constitui uma reflexão sobre a história da Grande Guerra de 1914-1918 e o acompanhamento integral, a nível jornalístico, por alguns repórteres estrangeiros e portugueses.Apresenta também algumas personalidades leirienses que estiveram no palco daquele conflito mundial e mostra como a imprensa local foi divulgando os acontecimentos.
Procede-se a uma abordagem da história de Leiria do início do século XXe das suas principais mutações. O restauro da Diocese de Leiria, que havia sido perdida no século XIX, e o retrato fiel de uma região que vivia numa frágil República, são o pretexto para se conhecerem os principais acontecimentos de uma Leiria que chorou a partida dos seus filhos para a hecatombe da guerra. Muitos, infelizmente, não voltaram.
Outro objetivo desta investigação foi perceber como José Ferreira de Lacerda, que foi para a guerra como capelão militar, relatou os acontecimentos do conflito nas suas crónicas publicadasno jornal leiriense O Mensageiro. A par do seu papel como autêntico jornalista, revelou-se um humanista no altruísmo com que, entre os muitos afazeres voluntários nas trincheiras, assistiu com denodo aos necessitados, consolando os militares feridos ou desolados, e em última instância acompanhou os derradeiros momentos de outros.»
2174
Ed.Inforletra, 2014
2176
Ed. Inforletra, 2014
2177
Ed. Inforletra, 2012
2178
Ed. Porto Editora, 2015
2179
ed. Colibri, 2013
De São Miguel da Mota à Defesa da Pedra Alçada, das Mimosas às Águas Frias, da Rocha da Mina ao Poio Grande, das Antas de Santiago Maior às dos Lucas e às dos Galvões, do Castelinho ao Castelo Velho e aos Moinhos da Defesa, da Cinza e do Gato, o património arqueológico e etnológico do concelho de Alandroal e guarda e grava, nas margens do Guadiana, a memória de uma identidade em construção que o trabalho e o tempo nos ajudam a revelar, a explicar e a compreender.
Ana Paula Fitas
Coordenadora Científica do Centro
de Estudos do Endovélico
Ed. Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, 2012
2173
Ed. Textiverso, 2014
Joaquim Manuel Alves dos Santos
«O presente estudo constitui uma reflexão sobre a história da Grande Guerra de 1914-1918 e o acompanhamento integral, a nível jornalístico, por alguns repórteres estrangeiros e portugueses.Apresenta também algumas personalidades leirienses que estiveram no palco daquele conflito mundial e mostra como a imprensa local foi divulgando os acontecimentos.
Procede-se a uma abordagem da história de Leiria do início do século XXe das suas principais mutações. O restauro da Diocese de Leiria, que havia sido perdida no século XIX, e o retrato fiel de uma região que vivia numa frágil República, são o pretexto para se conhecerem os principais acontecimentos de uma Leiria que chorou a partida dos seus filhos para a hecatombe da guerra. Muitos, infelizmente, não voltaram.
Outro objetivo desta investigação foi perceber como José Ferreira de Lacerda, que foi para a guerra como capelão militar, relatou os acontecimentos do conflito nas suas crónicas publicadasno jornal leiriense O Mensageiro. A par do seu papel como autêntico jornalista, revelou-se um humanista no altruísmo com que, entre os muitos afazeres voluntários nas trincheiras, assistiu com denodo aos necessitados, consolando os militares feridos ou desolados, e em última instância acompanhou os derradeiros momentos de outros.»
2174
Ed.Inforletra, 2014
2176
Ed. Inforletra, 2014
2177
Ed. Inforletra, 2012
2178
Ed. Porto Editora, 2015
2179
ed. Colibri, 2013
De São Miguel da Mota à Defesa da Pedra Alçada, das Mimosas às Águas Frias, da Rocha da Mina ao Poio Grande, das Antas de Santiago Maior às dos Lucas e às dos Galvões, do Castelinho ao Castelo Velho e aos Moinhos da Defesa, da Cinza e do Gato, o património arqueológico e etnológico do concelho de Alandroal e guarda e grava, nas margens do Guadiana, a memória de uma identidade em construção que o trabalho e o tempo nos ajudam a revelar, a explicar e a compreender.
Ana Paula Fitas
Coordenadora Científica do Centro
de Estudos do Endovélico
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1889 - República Brasileira,
2172,
2173,
2174,
2175,
2176,
2177,
2178,
2179,
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ed. Colibri,
Ed. Infoletra,
ed. Textiverso,
Endovélico,
Joaquim Santos,
Jornalismo na Grande Guerra,
Laurentino Gomes
terça-feira, 15 de julho de 2014
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João de Barros,
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
Cadernos Leirienses - nº 1
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Umberto Eco
domingo, 29 de dezembro de 2013
Leiria no século XIX
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2005,
ed,
ed. 2013,
ed. Textiverso,
Ricardo Charters d´Azevedo
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
As minhas memórias - Leiria . 1909-1939
1862
oferta da fundação "Caixa Agrícola de Leiria"
(…)
Se atentássemos apenas os pormenores encantadores, as notas de rodapé, os
desenhos, as correcções, quase pareceria inocente a forma como escreve.
Inocente no sentido em que escreve como as recorda, desenha como se lembra,
corrige como quem conta uma história oral.
(…)
Patrícia Ervilha
Introdução
-
NOTA EXPLICATIVA
Este livro resulta de uma feliz conjugação: a de alguém
ter tido a lembrança e o bom senso de fazer chegar ao Arquivo Distrital de
Leiria um manuscrito, em jeito de borrão, com uns apontamentos e algumas ilustrações
sobre Leiria nas prmeiras décadas do século XX, da autoria de Raul Faustino de
Sousa; e a de os responsáveis do Arquivo Distrital no-lo terem mostrado no
sentido de avaliarmos a sua relevância para uma eventual publicação.
(…)
O Editor
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1862,
ed. 2012,
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Manuscritos,
Memórias,
Raul Faustino de Sousa
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