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sábado, 16 de julho de 2022

Walter Benjamim, O regresso da Hipótese de Deus; A Crise dos Insetos; Romance 2ª invasão francesa



(da esqª para a direita):

2659

... Esses diários são, juntamente com a correspondência que os acompanha, documentos importantes para conhecer melhor esye pensador sem casa que viveu e escreveu em estado permanente de viagem, ou de exílio, não apenas como circunstância imposta de fora (como aconteceria nos anos trinta), mas como condição necessária, a do apelo do longe e do diferente que alimenta as derivas da vida e do pensamento, num movimento centrífugo constante, a partir da Berlim natal. Disso dão conta os diários incluídos  neste volume, testemunhos vivos das deambulações de Walter Benjamim entre 1912 e 1938.

2656

Meyer argumenta que o teísmo - com a sua afirmação de um criador transcendente, inteligente e ativo - explica mais convincentemente do que o materialismo científico as provas que temos relativamente às origens biológicas e cosmológicas.

...

(contracapa )

2658

...

Constituindo um sinal de alarme, mas também uma celebração da incrível variedade do mundo dos insetos, este livro faz-nos despertar para esse desastre ambiental iminente.

...

  

2657


 

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Breve História da Europa, Assim Nasceu Portugal, A Desumanização, Lídia Jorge ((Poesia- O Livro das Tréguas), A Noite Imóvel


2507

BIOGRAFIA

Luís Quintais nasceu em 1968 em Angola. Antropólogo, poeta e ensaísta, leciona no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Como antropólogo tem publicado ensaios em diversas revistas da especialidade sobre as implicações sociais e culturais do conhecimento biomédico, em particular sobre a psiquiatria e seus contextos. Desenvolve atualmente investigação sobre as interações entre biotecnologias, arte e cognição. Como poeta, publicou A Imprecisa Melancolia (1995), Lamento (1999), Umbria (1999), Verso Antigo (2001), Angst (2002), e Duelo (2004), obra a que foram atribuídos o Prémio Pen Clube de Poesia e o Prémio Luís Miguel Nava - Poesia 2005. A coletânea de poesia completa Arrancar Penas a Um Canto de Cisne venceu o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de
Amarante 2015-2016.
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A NOITE IMÓVEL

(Cf site da Assírio)



2509
Ed. 2019
1º livro de poemas de Lídia Jorge


2510
ed. 2013 (reimpressão em 2016)


2511
8ª edição 2017



2508
2ª edição 2019
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«Uma história tem um enredo, um meio e um fim. Neste sentido uma civilização não tem história.
Ficamos interessados numa história que conte a ascensão  e a queda de uma civilização, mesmo que essa queda não represente o seu fim.
O meu objectivo aqui é identificar os elementos essenciais da civilização europeia e verificar como se foram reconfigurando ao longo dos tempos; mostrar como as coisas novas tomam forma a partir das antigas; como o antigo permanece e retorna.»
(in badana da contracapa)

segunda-feira, 12 de março de 2018