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sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

No Passado e no Futuro Estamos Todos Mortos; Miguel Esteves Cardoso


2573
NO PASSADO E NO FUTURO
ESTAMOS 
RODOS MORTOS
eD. Porto Editora, 2019


«Pensar na morte é a melhor maneira de dar valor à vida.
O tempo que perdemos a fazer coisas que não são prazeres nem nos ensinam nada é um terrível
desperdício. O melhor, para dar valor à vida,
é fingir e imaginar que se morre todos os dias.
É fácil. Estarmos cá, vivos e conscientes, é uma estranha excepção, que vai a favor de todos 
os que morreram e nunca mais voltaram.»

MEC- in contracapa


terça-feira, 20 de outubro de 2020

António Lobo Antunes: Diccionario Da Linguagem das Flores; Walter Hugo Mãe: Contra mim; Isla Dewar: Almas (quase) Gémeas


2569
ed. 2020

"Um autor com uma facilidade prodigiosa para enlaçar obras-primas, que dentro de cinco mil anos, em argila ou em pó de estrelas, continuarão a ser lidas com paixão."
El País


2570
ed. 2020


2571
ed. 2020
ed. Quinta Essência

 

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Breve História da Europa, Assim Nasceu Portugal, A Desumanização, Lídia Jorge ((Poesia- O Livro das Tréguas), A Noite Imóvel


2507

BIOGRAFIA

Luís Quintais nasceu em 1968 em Angola. Antropólogo, poeta e ensaísta, leciona no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Como antropólogo tem publicado ensaios em diversas revistas da especialidade sobre as implicações sociais e culturais do conhecimento biomédico, em particular sobre a psiquiatria e seus contextos. Desenvolve atualmente investigação sobre as interações entre biotecnologias, arte e cognição. Como poeta, publicou A Imprecisa Melancolia (1995), Lamento (1999), Umbria (1999), Verso Antigo (2001), Angst (2002), e Duelo (2004), obra a que foram atribuídos o Prémio Pen Clube de Poesia e o Prémio Luís Miguel Nava - Poesia 2005. A coletânea de poesia completa Arrancar Penas a Um Canto de Cisne venceu o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de
Amarante 2015-2016.
-

A NOITE IMÓVEL

(Cf site da Assírio)



2509
Ed. 2019
1º livro de poemas de Lídia Jorge


2510
ed. 2013 (reimpressão em 2016)


2511
8ª edição 2017



2508
2ª edição 2019
-
«Uma história tem um enredo, um meio e um fim. Neste sentido uma civilização não tem história.
Ficamos interessados numa história que conte a ascensão  e a queda de uma civilização, mesmo que essa queda não represente o seu fim.
O meu objectivo aqui é identificar os elementos essenciais da civilização europeia e verificar como se foram reconfigurando ao longo dos tempos; mostrar como as coisas novas tomam forma a partir das antigas; como o antigo permanece e retorna.»
(in badana da contracapa)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O Colecionador de Erva - Francisco J Viegas e "Vida e Alma" de Helena Sacadura Cabral

1976
ed. 2013
1975
ed. 2013
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as memórias de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.
Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) O Colecionador de Erva funciona como uma montagem cinematográfica sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justificação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num road movie.

sábado, 9 de março de 2013

Mia Couto, Luís Sepúlveda, Vasco Graça Moura

 1901
garrett, numa cópia perdida do frei luís de sousa (31.12.1843) poema de vasco graça moura com  uma fotografia de ana raiz na editora campo das letras
ed. campo das letras  - 199
-
1902
Da minha Janela (poesia)
Manuela Baptista
ed. autor
- apresentado num encontro de poetas na biblioteca municipal de alcanena em janeiro de 2013

1897
Patagónia Express
Luís Sepúlveda
ed. Porto Editora -2011
-
1903
a confissão da leoa
mia couto
ed. caminho - 2012