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terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Vérios livros que, entretanto, vão entrando nesta biblioteca...

 Estou a perder a paciência de ser disciplinado, de cumprir etapas... 
Tenho muitos livros e revistas para registar...
Vejamos estes:



2747
Vol ano 2024 do mensário
"notíciasdecolmeias"
(encadernado)
Na Edição 300 - Dezembro 2024 - ANO XXV escrevi a primeira crónica da série "DISPERSIVAMENTE". Esta e todas as outras que tenho publicado ao longo destes últimos 15 anos serão publicadas em blogue, no endereço: https://adalmeidanunes-noticiasdecolmeias.blogspot.com/


2748
As Pessoas
Invisíveis
Ed. LEYA, 2022
(Prémio Leya)


2749
Ed. Bilingue Português/Espanhol


2750
«Viver a experiência de desfrutar da vida deveria ser a maravilha da existência.»




quinta-feira, 9 de novembro de 2023

2700-2704 ARPÃO Antologia Poética de Carlos Ramos e 4 livro de Erskine Caldwell (colecção contemporânea da portugália editora)

 


2700
Arpão
Antologia Poética
2013-2023
Carlos Ramos
ed. artelogy

Sinope (uma maravilha, retirada do prólogo de Miguel Ángel Curiel):

»Uma voz bate contra uma vidraça e, ao mesmo tempo, outra voz consegue atravessar o vidro, é a mesma voz. Esse clímax de vidro é o que resta, como o sal deixado após a tempestade marítima, a tempestade que espalha a vida. O poema é habitado pelo ser com a linguagem da autenticidade, aí reside o milagre. Em daca poema escutamos o profundo silêncio do mar, a respiração do mundo nas águas. Nessas caixas de ressonância sombrias que são cada um destes poemas, adivinha-se o dia, a vida, a existência, e o amor é o vértice do qual escorre a esperança do homem, porque o amor é o um colapso de palavras, aquelas mesmas palavras que ascenderam ao impossível na tensão do amor e depois caíram nas profundezas da linguagem a partir da qual restauramos a esperança transformada em poema.»
-
2701-2704
Romances de erskin caldwell
Ed, portugália editora e Bertrand

(Segundo escreve na contracapa, José RODRIGUES MIGUÉIS:
A obra de Caldwell, de imenso conteúdo e de enorme repercussão, ´e um panfleto contra a miséria e a degradação do homem do sul, negro ou branco, mas realizada sem fórmulas, sem rótulos, sem a subordinação aparente a um pensamento preconcebido, e quase inteiramente despida de complexidade de estilo: nítida, meridiana, incisiva.) 

(oferecidos por Carlos Ramos)


quinta-feira, 27 de abril de 2023

2688 - Mar de Sefarad - Mois Benarroch (Trad. de Carlos Ramos e Pedro Paixão)


Mois Banarroch nasceu em Tetúan, Marrocos, em 1959. Aos treze anos emigra com os pais para Israel e desde então vive em Jerusalém. Começa a escrever poesia aos quinze anos, em inglês, depois em hebraico, e, finalmente, na sua língua materna, o castelhano. Publicou os seus primeiros poemas em 1979. Nos anos 80, fez parte de vários grupos de vanguarda e edita a revista ´Marot`. O seu primerio livro em hebraico surge em 1994, intitulado "Coplas do imigrante`. Bernarroch foi galarduado com o Prémio do primeiro Ministro (2008) e o Prémio Yehuda Amijai de Poesia (2012), Prémio Jaccqeline Kahnoff (2021) e em 2023 com o Prémio A. Einstein pelo conjunto da sua obra.