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domingo, 7 de julho de 2024

Somos Animais Poéticos, ......... Mário Cláudio (Apoteose dos Mártires)


2721
(Um livro que me veio parar às mãos pelas do meu amigo e confrade santo monge, Manuel F. M. Por alturas dum jantar na 3ª quarta feira de Maio de 2024, no Vinha d´Alhos)
... a pp 92 "...«Já para a rua, Redento, que com as cousas de Deus não te admito chacotas!»
É ler...
 

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 (... Por diferentes vias, a antropológica francesa relembra que o utilitário nunca nos basta e que não podemos ser reduzidos a variáveis económicas, nem mesmo aos nossos papéis sociais, poi somos também, e talvez acima de tudo, verdadeiros animais poéticos.)


segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Territórios Vinhateiros; A Imagem em Leiria; Notícias de Colmeias (2021 encadernado); A Era da Inteligência Artificial,


2622
ed. D. Quixote 2021
Três dos mais reputados e estimulantes pensadores da actualidade reflectem sobre a Inteligência Artificial, as transformações que está a provocar na sociedade e o que isso significa para todos nós.

2620
ed. 2021
oferta netos Mafalda e Gui - natal 2021


2619
ed. 2021

2618
Oferta do Director

 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

2563 Margarida Espantada - Rod Guedes Carvalho

 



2563
abril2020

...~
Não devemos recear livros duros. As histórias que mais nos prendem trazem uma catarse que nos carrega as mágoas, personagens que apresentam as suas semelhanças connosco. 
...
Francisco Guedes de Carvalho

in cintracapa


quarta-feira, 5 de junho de 2019

Breve História da Europa, Assim Nasceu Portugal, A Desumanização, Lídia Jorge ((Poesia- O Livro das Tréguas), A Noite Imóvel


2507

BIOGRAFIA

Luís Quintais nasceu em 1968 em Angola. Antropólogo, poeta e ensaísta, leciona no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Como antropólogo tem publicado ensaios em diversas revistas da especialidade sobre as implicações sociais e culturais do conhecimento biomédico, em particular sobre a psiquiatria e seus contextos. Desenvolve atualmente investigação sobre as interações entre biotecnologias, arte e cognição. Como poeta, publicou A Imprecisa Melancolia (1995), Lamento (1999), Umbria (1999), Verso Antigo (2001), Angst (2002), e Duelo (2004), obra a que foram atribuídos o Prémio Pen Clube de Poesia e o Prémio Luís Miguel Nava - Poesia 2005. A coletânea de poesia completa Arrancar Penas a Um Canto de Cisne venceu o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de
Amarante 2015-2016.
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A NOITE IMÓVEL

(Cf site da Assírio)



2509
Ed. 2019
1º livro de poemas de Lídia Jorge


2510
ed. 2013 (reimpressão em 2016)


2511
8ª edição 2017



2508
2ª edição 2019
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«Uma história tem um enredo, um meio e um fim. Neste sentido uma civilização não tem história.
Ficamos interessados numa história que conte a ascensão  e a queda de uma civilização, mesmo que essa queda não represente o seu fim.
O meu objectivo aqui é identificar os elementos essenciais da civilização europeia e verificar como se foram reconfigurando ao longo dos tempos; mostrar como as coisas novas tomam forma a partir das antigas; como o antigo permanece e retorna.»
(in badana da contracapa)

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Agustina Bessa-Luís, Rita Ferro, João Luís Barreto Guimarães


2446
O Manto
Ed. Relógio d´Água, 2018
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«Tenho um amigo que nos anos difíceis de meados de 1960, nos tempos da recruta, levou consigo O Manto para Mafra e fez deste romance de Agustina a sua pequena casa entre a carreira de tiro, acampamentos e os longos corredores do mosteiro.
...»
in contracapa




2445
Um amante no Porto
Rita Ferro
Ed. D.Quixote, 2018



2444
Nómada
Ed. Quetzal, 2018


2443
mediterrâneo
João Luís Barreto Guimarães
Ed. Quetzal, 2016

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Ensaio sobre os mestres, João Tordo, Adonis,


2418
João Tordo

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2419
Ensaio sobre os mestres 

... Excertos que podem definir os intuitos deste livro:
...
«Quase se não compunha nada senão com excertos dos antigos textos» (Ernest Renan 1873: 315)
«As citações são deslocadas de um contexto para outro, alterando-se nesse movimento quer o ponto de partida quer o de chegada, uma vez que citar é sempre assinalar uma perda de contexto, uma ausência do passado como um todo disponível, e interromper aquilo que seria o contexto actual. Sendo esse o excesso da herança no campo do pensamento, no qual a acumulação não tem a mesma importância que no campo do conhecimento, o modo de citar não deixou de levantar problemas.» (Silvina Rodrigues Lopes 1998: 169).
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«comecei muito cedo, quando tinha 25 anos, a produzir aquilo a que chamava ingenuamente «a minha própria filosofia». Mas esta pretensa criatividade ao fim e ao cabo não passava de uma simples variante da ignorância.» (Gunther Anders 1977: 22).(p 196)




2417
O Arco-Íris do Instante
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«A poesia de Adonis tem a força expressiva que pude admirar nas leituras que o ouvi fazer dos seus poemas, mas se esse aspecto associado à vertente oral da poesia árabe se perde inevitavelmente em qualquer tradução, o que permanece é o pensamento que nela se transmite e também uma forma por vezes narrativa, decorrente da sua inscrição quer na linha ocidental que vem de Baudelaire a Perse, por um lado, e de Rimbaud ao surrealismo, por outro lado, quer numa corrente esotérica que o leva a interrogar a própria língua e os conceitos profundos do ser humano.»
da introdução de
Nuno Júdice

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Jaime Nogueira Pinto: Bárbaros e Iluminados


2390
Em Bárbaros e Iluminados, Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afeta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder.
E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos «iluminados» que nos têm governado e dos «bárbaros» que se lhe têm vindo a opor.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Rita Ferro em "António Ferro - Um Homem por Amar"

2322

Rita Ferro nasce um ano depois de António Ferro morrer. Todavia, a imagem que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjeturando ao longo de décadas, dentro e fora da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - neta, romancista e utilizadora privilegiada do espólio familiar - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra profundidade às versões com que a academia, a edição e a imprensa, aplicadamente, o vêm reduzindo, perdendo da vista o que poderia conferir-lhes outro equilíbrio:
a perspetiva do seu lado mais íntimo e humano.
Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas nunca inocente - este livro, cujos anacronismos são deliberados, e que continua o que Retrato de Uma Família já começara, é uma recriação pessoalíssima composta de uma série de frescos baseados em factos verídicos, com uma abordagem totalmente inesperada, oferecendo ainda, no final, um lote de correspondência inédita.

António Ferro - Um Homem por Amar lança uma luz diferente sobre o caráter deste homem controverso e extraordinário que marcou o século XX português.
(in contracapa do livro)


2323


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sábado, 19 de dezembro de 2015

CULTURA - TUDO O QUE É PRECISO SABER - Dietrich Schwanitz


937
2004,  Publicações Dom Quixote
Comprado em 2004


2218
2013, Publicações Dom Quixote
comptado em dez 2015

NB.: Estes dois livros são rigorosamente iguais no seu conteúdo. Só diferem na capa e nas páginas, por força do tipo de letra ser diferente.
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Como é que surgiram a sociedade moderna, o Estado, a ciência, a democracia ou a administração? Que disse Heidegger que não soubéssemos já? Por que é que Dom Quixote, Hamlet, Fausto, Robinson, Falstaff ou o Dr. Jekyll e Mr. Hyde são figuras tão conhecidas? Onde estava o inconsciente de Freud?

Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a rpopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião.

Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.

in contracapa