quarta-feira, 7 de março de 2018
Clássicos de sempre. Edição do Expresso: 9 livros como bónus pela assinatura digital por 3 meses.
Etiquetas:
2401-2409,
Almeida Garrett,
Antero de Quental,
Bocage,
Camilo Castelo Branco,
Camões,
Eça de Queirós,
Ed. Expresso,
Florbela Espanca,
Gil Vicente,
Padre António Vieira,
Sermões
segunda-feira, 5 de março de 2018
Imprensa de Leiria; Poesia política portuguesa e de expressão alemã; A Gorda (Romance); somos contemporâneos do impossível (poesia - José Anjos)
2400
Capa a partir de sem título, de Simão Palmeirim Costa
Gravuras e ilustração de Simão Palmeirim Costa
ED. abysmo, 2017
-
Na palavra abysmo, é a forma do y
que lhe dá profundidade, escuridão, mistério...
Escrevê-la com i italiano é fechar a boca do abysmo,
é transformá-lo numa superfície banal.
Teixeira de Pascoaes
2399
A Gorda
Isabela Figueiredo
Ed. Caminho, 2016
José Tolentino Mendonça, Expresso, 7-1-2017 "Imperdível".
2398
Cem anos de história de Portugal e dos países de língua alemã em poemas de alguns dos autores mais significativos do século XX. Nesta antologia, mais de cem textos de quase cem poetas traçam um panorama poético dos acontecimentos políticos desde a I Guerra Mundial até ao século XXI. Apesar da diversidade dos acontecimentos políticos e sociais que os desencadearam - guerras, revoluções, ditaduras, resistência, catástrofes -, estes poemas revelam sobretudo a experiência humana comum em tempos de mudança e recomeço.
-
Seleção de poemas:
Joachim Sartorius (1946) é poeta, tradutor e cronista. Publicou oito livros de poesia e editou várias antologias. Foi secretário-geral do Goethe-Institut e diretor artístico do festival de teatro Berliner Festspiedle, de 2001 a 2011.
Fernando J.B. Martinho (1938) é professor aposentado da Universidade de Lisboa e foi Leitor de Português nas Universidades de Bristol e Califórnia (Santa Bárbara). Os seus estudos têm incidido especialmente sobre a Poesia Portuguesa Contemporânea, pelos quais recebeu diversos prémios, entre eles o Prémio Jorge de Sena (2016).
Helena Topa (1964) é tradutora. Traduziu obras de GÜnter Grass, Elfried Jelinek e Herta MÜller, entre outras. Foi docente de Literatura de Expressão Alemã na Universidade Nova de Lisboa.
-
Ed. Tinta da China, 2017
2397
in FB https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10204333629137819&set=a.3495750729455.1073741846.1742211899&type=3
Estamos na igreja da Misericórdia em Leiria. Obrigado Joaquim Santos. Está-se a falar de Jornais da região de Leiria. Foto por controle remoto.... Nikon Coolpix P900. (ps.: O momento proporcionou-me a a oportunidade de testar o envio de fotografias diretamente duma câmara sofisticada através dum Smartpone, por wifi. As novas TI aí estão a concorrer com a imprensa em papel. A Imprensa em papel tem um enorme desafio pela frente. Mas pode vencê-lo, isto é, não deve baixar os braços, até pelo grande favor que fará à humanidade se se conseguir manter viva nesta competição implacável!...) —
Etiquetas:
2397,
2398,
2399,
2400,
Ed. Inforletra,
Ed. Tinta da China,
Goethe - Institut Portugal,
Imprensa de Leiria,
Isabela Figueiredo,
Joaquim Santos
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
T.S. Eliot, Paul Celan, W.B. Yeats - 3 poetas Prémio Nobel da Literatura
2394
Poemas Escolhidos
W.B. Yeats
Ed. Relógio d´Água, 2017
-
Nasceu em 13 de junho de 1865 em Sandymount, Irlanda. Era filho e irmão de pintores, numa família que fazia parte da minoria protestante. Durante algum tempo Yeats dedicou-se à causa do nacionalismo irlandês. E numa comjunção rara uniu o interesse pela mitologia do seu país ao estudo dos mitos antigos, sempre de um ponto de vista pessoal.
Congeceu cedo a literatura irlandesa e dedicou-se ao estudo das disciplinas esotéricas, fazendo parte da Dublin Hermetic Society e mais tarde da rosacrucianista Heretic Order of the Golden Dawn.
Em 1889 conheceu a revolucionária Maud Gonne, que inspirou muitos dos seus poemas. Interessou-se por William Blake, cujas obras editou. Em 1893 publicou O Crepúsculo Celta.
Em 1923, Yeats recebe o Prémio Nobel da Literatura, o primeiro concedido a um irlandês.
Faleceu em 28 de Janeiro de 1939, em Roquebrune, França, num «dia escuro e frio», a acreditar no poema que W.H. Auden dedicou à sua memória.
2395
Sete Rosas Mais Tarde
Paul Celan
Ed. Cotovia, 3ª edição, 2006
-
Paul Celan nasceu em Czernowitz (Bucovina, na Roménia) em 1920, de pais judeus-alemães.
Em 1940 os seus pais são deportados para um campo de extermínio, onde morrem poucos meses depois. Celan permaneceu preso, num campo de trabalho, até 1943, ano em que a Bucovina volta a ser tomada pelos soviéticos. Em 1945, parte para Bucareste on de se torna tradutor e leitor de uma editora e publica os seus primeiros poemas. Em Dezembro de 1947, partirá para Viena, e um ano depois para Paris, onde se fixa e retoma os estudos (Germanística e Linguística). Entre 1950 e 1968, publica vários originais e traduções (Shakespeare, Henri Michau, Paul Baléry, Pessoa, Mandelstam). Em 1969, um ano antes da sua morte, visita Israel. Suicida-se no Sena, um ano depois.
2396
A Terra Devastada
T.S. Eliot
Prefácio e Tradução de Gualter Cunha
Ed. Relógio d´Água, 1999
-
«T.S.Eliot, por certo um dos maiores e sem dúvida um dos mais influentes dos poetas e críticos modernos, nasceu em 1888, em Saint-Louis, Missouri, descendente de imigrantes ingleses que se haviam estabelecido em Massachussets, no século XVII. Criado em casa rica e de ambiente culto, formou-se emHarvard, em filosofia, e prosseguiu estudos superiores em Paris, Osford, e na Alemanha. Estabeleceu-se em Londres, primeiro como professor secundário, e depois como empregado bancário, que durante longos anos foi até passar à direção de uma grande editorial britânica. A sua estreia poética deu-se em 1915, na revista Poetry, de Chicago, aonde saiu um dos seus mais belos e famosos poemas, The Love Song of J. Alfred Prufrock. Este e outros poemas constituíram, em 1917, o seu primeiro livro. Como crítico e orientador do novo gosto literário, em Londres dirigiu (1917-19) The Egoist, foi principal colaborador (1919-21) de The Athenaeum (o jornal literário em que Pessoa publicou um poema), e fundou e dirigiu a importante revista The Criterion (1922-39). Em 1922, o poema The Waste Land foi um dos mais belos e mais importantes poemas do Modernismo. Sucessivas publicações de poesia culminaram nos Collected Poems de 1936, que o consagraram definitivamente. Entretanto, desenvolvia outra das grandes realizações poéticas moderna, com os Quaro Quartetos, publicados de 1934 a 1942. Um dos renovadores do teatro poético a partir de Murder in the Cathedral (1935), foram também numerosos os seus volumes de ensaios, que lançaram as bases de grande parte da moderna crítica anglo-saxónica e de uma compreensão modernista da poesia. Cidadão britânico em 1927, Prémio Nobel da Literatura em 1947, Eliot morreu em Londres, em 1965.»
Jorge de Sena em «Poesia do Século XX.»
Etiquetas:
2395,
2396,
2397,
ed. Cotovia,
Ed. Relógio D´Água Editores,
Paul Celan,
Poesia,
Poesia Mundial,
T.S. Eliot,
W.B. Yeats
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
1174 - Dicionário dos Autores do Distrito de Leiria
Etiquetas:
1174,
Afonso de Sousa,
autores leirienses,
Dicionário de Autores
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Inédttos - Expresso: Clara Ferreira Alves e Bruno Vieira Amaral Jan201820
Etiquetas:
2018,
2392,
2393,
Bruno Vieira Amaral,
Clara Ferreira Alves,
Ed. Expresso,
Macau Noir,
O Mal dos Outros
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Jaime Nogueira Pinto: Bárbaros e Iluminados
2390
Em Bárbaros e Iluminados, Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afeta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder.
E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos «iluminados» que nos têm governado e dos «bárbaros» que se lhe têm vindo a opor.
Etiquetas:
2390,
Ed. D.Quixote,
Jaime Nogueira Pinto
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Clarice Lispector: Uma Aprendizagem dos Prazeres; Matilde Campilho: Poesia 2375
Etiquetas:
2375,
2389,
Clarice Lispector,
Matilde Campilho,
Poesia
Subscrever:
Mensagens (Atom)

