domingo, 30 de setembro de 2018

Itinerário Poético de RODRIGUES LOBO - INCM 1985 - Maria de Lourdes Belchior



Tenho por método registar os livros que entram na minha Biblioteca: fotografo as capas, dou-lhes um nº de entrada e registo-os neste blogue. A ideia é, também, manter um ficheiro temático e por autores, que me(nos) permita localizar com mais facilidade os livros que temos cá em casa. Dei-me ao luxo de manter este blogue de acesso livre ao público.
Acontece que, inesperadamente, dou com este livro, carimbado, numerado mas nada de rgisto.
Faço-o agora.
A Nota Introdutória da autora é muito interessante. Atente-se nestes detalhes:

Habent sua fata libelli. Também sobre os livros, como sobre as pessoas, parece às vezes desabar o destino. Deste, intitulado Itinerário Poético de Rodrigues Lobo, foi talvez feita edição de escassa centena de exemplares; o livro é omisso a este respeito. De qualquer modo, a diminuta tiragem tornou tão raro este ensaio sobre a poesia de Rodrigues Lobo que se justifica a sua reedição.
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Testemunhos de uma longa crise no respeitante ao ofício do crítico literário são os prefácios de Os Homens e os Livros I e II, datados, respectivamente, de 1971 e 1980.
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Será construtiva a perspectiva decorrente das intuições e das pesquisas exploradas naquele ensaio? A leitura recente de The Construtive Criticism de Vincent B. Leitch, publicado em 1983 pela Columbia University Press de New York, avivou as minhas perplexidades. Valerá a pena? Continuo, apesar de tudo, a pensar que, como diz Pessoa: «Tudo vale a pena/ se a alma não é pequena».
MARIA DE LURDES BELCHIOR

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Adilia Lopes, J.M. Coetzee


2452
Estar em Casa
Assírio & Alvim, 2018


2451
Ed. 2016

In contracapa:
MODUS OPERANDI

Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso s verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.

Adília Lopes


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https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/57408/2/TESEMESLUCIAEVANGELISTA000148379.pdf
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Entrevista em 2017




2450
Ed. DQuixote, 2010

J.M.Coetzee é Prémio Nobel da Literatura em 2003.

Nasceu em 1940, nacidade do Cabo, estudou na África do Sul e nos Estados Unidos, e actualmente (2010) reside na Austrália.
Entre as suas obras contam-se No Coração desta Terra, À Espera dos Bárbaros, A Vida e O Tempo de Michael K, O Mestre de Petersburgo, Desgraça, Elizabete Costello, O Homem Lento e O Diário de um Mau Ano.


terça-feira, 28 de agosto de 2018

Os Criadores - Daniel J. Boorstin


2442
"Nota ao Leitor
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Estes criadores de novidades nunca poderão tornar-se obsoletos, porque em arte não existem respostas certas. A história dos descobridores podia ser contada apenas por ordem cronológica, já que todas as descobertas científicas substituem as anteriores. As artes são, porém, outra história - uma história de infinitas adições. Temos de achar uma ordem nos meandros da nossa imaginação... Por mim, escolhi os criadores que mais me atraem, que trouxeram inovações às artes. Contudo, cada um de nós deve ter a experiência de como o novo se alia ao velho, o velho enriquece o novo. Picasso dá relevo a Leonardo e Homero ilumina Joyce."

Agustina Bessa-Luís, Rita Ferro, João Luís Barreto Guimarães


2446
O Manto
Ed. Relógio d´Água, 2018
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«Tenho um amigo que nos anos difíceis de meados de 1960, nos tempos da recruta, levou consigo O Manto para Mafra e fez deste romance de Agustina a sua pequena casa entre a carreira de tiro, acampamentos e os longos corredores do mosteiro.
...»
in contracapa




2445
Um amante no Porto
Rita Ferro
Ed. D.Quixote, 2018



2444
Nómada
Ed. Quetzal, 2018


2443
mediterrâneo
João Luís Barreto Guimarães
Ed. Quetzal, 2016

Petrarca, Mário-Henriques Leiria, Maria Cunha e Silva


2449
As Rimas de Petrarca
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"É como poeta que Francisco Petrarca (1304-1374) se distingue, sobretudo pelo seu Cancioneiro e pelos Triunfos, obras traduzidas por Vasco Graça Moura - e especialmente pela arte do soneto, cuja estrutura aperfeiçoou de forma inovadora e definitiva, e que não deixou de inspirar outros poetas até hoje.
Nesta obra notável, a maior parte dos sonetos é dedicada a uma «musa impossível», Laura - e o amor, além de tema principal, adquire uma subtil dimensão erótica e lírica, cheia de metáforas que influenciaram toda a poesia posterior. Tudo isso contribui para que Petrarca, humanista e filósofo, fosse considerado o Poeta dos Poetas e uma das referências fundamentais da literatura ocidental."
in contracapa




2448
POESIA
Mário-Henrique Leiria
Ed. E-Primatur, 2018
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"Este 2º volume das obras completas de Mário-Henrique Leiria recolhe a poesia completa do Autor, incluindo diversos textos inéditos e outros nunca antes compilados emlivro.
A obra poética de Mário-Henriques Leiria é diversa e, como o próprio autor, experimentalista, cobrindo diversos estilos e tipos de poesia. Muitos dos textos são, autenticamente, contos em forma de poema mas o leitor encontrará igualmente poesia visual, lírica ou receitas para cocktails.
A edição foi preparada pela Professora Tania Martuscelli (universidade do Colorado/Boulder, EUA), a maior especialista na obra de Mário-Henrique Leiria, oferecendo, pela primeira vez, aos leitores portugueses de forma sitemática e coerente uma obra até agora dispersa e, em boa parte, indisponível."
in contracapa
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Mário-Henrique Leiria (1923-1980) é um dos nomes maiores das letras lusas e um dos seus grandes autores de culto do século XX.
Nasceu e morreu em Cascais e chegou a ser editor no Brasil onde esteve exilado.



2447
"Um dia do nosso para Sempre"
Ed. cultura, 2018