terça-feira, 4 de junho de 2019

COLÓQUIO | Letras, Revistas de 1996

2019/06/04

COLÓQUIO | Letras - Revista Gulbenkian 1996 e 1999

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Cópia vinda da 1ª parte de AZ-Biblioteca (http://az-bibliotca.blogspot.com)

29/09/2012


Colóquio Letras - Revista Gulbenkyan 1996 e 1999

1809
COLÓQUIO/Letras
número 151/152 Janeiro-Junho 1999
No sentido de dar a conhecer o autor e o seu trabalho em toda a extensão e continuidade, muito para lá dos romances mais célebres, a Revista Colóquio/Letras decidiu editar este número monográfico, delineado pela Profª Dra.Maria Alzira Seixo, reconhecidamente a maior especialista na obra do autor.

1808
COLÓQUIO/Letras
número 140/141 Abril-Setembro 1996
1807
COLÓQUIO/Letras
número 142 Outubro-Dezembro 1996
com uma Edição crítica  de 22 cantigas d´amigo
Johan Garcia de Guilhade
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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Casimiro de Brito: Uma Lágrima que Cega


2502
Ed. 2018
Contacto: razoespoeticas@gmail.com

- O vinho sem ti é água-
- Sem ti a água não arde.

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Poeta, romancista e fragmentista.
Nasceu no Algarve em 1938.
Foi presidente do PEN Clube e da Association Européenne de Poésie, de Lovaina.
A sua poesia completa até 2000 vai ser brevemente publicada pela Imprensa Nacional,


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Persianas de miguel-manso (poesia)


2501
Ed. 2016 (2ª)

Miguel-Manso nasceu em Santarém, em 1979. Viveu em Almeirim e em Lisboa. Hoje mora numa aldeia do concelho da Sertã. Estreou-se em 2008 com o livro "Contra a Manhã Burra" (edição do autor) e fez sair no mesmo ano "Quando Escreve Descalça-se (Trama Literária).
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Em 2013 publicou Tojo: Poemas Escolhidos (Relógio d´Água)...
Persianas marca a estreia do autor na Tinta-da-china.

(in badana da contracapa do livro)

domingo, 28 de abril de 2019

João Melo: poeta Angolano


2500

ED 2016

2499
ED. 2010


2498
ED 2016

João Melo, mais conhecido em Portugal pelos livros de contos editados pela Caminho, faz parte, juntamente com João Maimona, Paula Tavares e José Luís Mendonça, de um grupo de poetas angolanos revelados editorialmente ne década de 80 e que, de acordo com o professor da Faculdade de Letras de Coimbra e crítico literário Pires laranjeira, há muito merecem ser conhecidos do público português.


segunda-feira, 8 de abril de 2019

Raízes de vida


2497
Valorizar a essência do simples e a exigência do importante.
Nesta obra original e envolvente, a natureza assume o protagonismo e corporiza a resposta a muitas inquietações do homem. Para esta viagem escolheu-se um caminho, não o das pedras, mas o da botânica, fazendo a ponte entre a cidade dos homens e a aldeia do campo, entre nós e a natureza, entre as palavras e as plantas..
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Um regresso à simplicidade das coisas e à harmonia do mundo natural, um contraponto reflexivo ao ritmo frenético dos tempos actuais.
(in contracapa)

quinta-feira, 28 de março de 2019

Kabir e José Anjos: O Nome daquele que não tem nome; uma fotografia apontada à cabeça


2496
sessenta e três poemas de KABIR
Ed. Assírio & Alvim, 2018
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Pouco se sabe sobre a vida de Kabir, para além do que deixam adivinhar os seus poemas, as hagiografias e as lenda. Terá vivido em Varanasi (Benares), o mais sagrado dos lugares sagrados hindus e simultaneamente um centro de comércio e peregrinação, na primeira metade do século XV. Nascido de uma viúva brâmane e adoptada por uma família da casta dos tecelões, convertida à fé islâmica, Kabir revela nos seus poemas um profundo conhecimento quer do hinduísmo quer do islamismo (e dentro deste do sufismo). De Varanasi, uma cidade que prometia a salvação a todos os que nela morressem, ter-se-á retirado no fim da vida para uma obscura cidade chamada Magahar.
A vida de Kabir confunde-se com a lenda. Desses episódios lendários da vida de Kabir há especialmente dois que gostaria que tivessem sido reais: o primeiro é o do encontro entre Kabir e Mirabai. O segundo tem a ver com a sua morte: hindus e muçulmanos teriam disputado o seu corpo, uns para cremá-lo, outros para enterrá-lo. Quando abriram o caixão, o que restava de Kabir era uma coroa de flores, que hindus e muçulmanos dividiram entre si.
Jorge Sousa Braga, na Introdução


2495
Ed. abysmo, 2019

Na palavra abysmo, é a forma do y
que lhe dá profundidade, escuridão, mistério...
Escrevê-la com i italiano é fechar a boca do abysmo,
é transformá-lo numa superfície banal.
Teixeira de Pascoaes

aquele que não ouvirás mais - poesia 2019 de Carlos Lopes Pires




2497


Carlos Lopes Pires escreve a p 7 :


para patitas
o gato da minha vida

o patitas deveria durar até depois de mim
um automóvel roubou-o do nosso quintal e à minha vida
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A propósito: deixei registado no meu blogue-armazém o seguinte:
https://dispersamente.blogspot.com/2019/03/a-pretexto-da-apresentacao-do-26-livro.html