terça-feira, 7 de novembro de 2017

Cláudio Magris, Manuel Alegre - Auto de António; O Significado das Coisas

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Auto de António
Manuel Alegre
Ed. D. Quixote, 2017

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O Significado das Coisas
Álvaro Manuel Machado
Ensaios de Literatura Portuguesa
Ed. Editorial Presença, 2017

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Uma Causa Improcedente
Cláudio Magris
Ed. Quetzal, 2016

(comprado na Bertrand com 50% de desconto)
é a história de um grotesco museu de guerra pelo advento da paz, das suas salas e armas; a história do homem que sacrifica a vida à sua maníaca construção para resgatar, no fim da renhida luta, uma verdade escondida; é a história de uma mulher, Luisa, herdeira do exílio judaico e da escravatura dos negros. Magris explora com ferocidade o inferno desapieadado da nossa culpa e relata a empolgante epopeia das tragédias e dos silêncios do amor e do horror.

domingo, 15 de outubro de 2017

Diário de Leiria: Jornal diário, 30º aniversário em 13 Out 2017


Neste dia o Diário de Leiria, para o qual tenho escrito, quinzenalmente, uma crónica, sob o título "Em Modo DISPERSO..." já lá vão dois anos, comemora nesta data, 13 outubro de 2017, 30 anos da sua fundação.
O Editorial do Suplemento acima é de Nuno Henriques (Chefe de Redacção do Diário de Leiria).
Equipa Técnica:

Director
Adriano Callé Lucas

Directores-adjuntos
Miguel Callé Luccas
J.C. Galiano Punheiro
Arménio Travassos
e João Luís Campos (director adjunto execurivo)

Coordenação Editorial:
Nuno Henriques

Fotografia:
Luís Filipe Coito,
Direitos reservados e Arquivo

Design Gráfico:
Pedro Seiça

Impressão:
FIG-Indústrias Gráficas, SA

Tiragem
15.000 exemplares
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Neste suplemento:
pp 5 e seguintes: Tudo sobre o IPL
p10: Turismo
p12: Raul Castro, Presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria
p13: Pedro Folgado, Idem do Oeste
e outros: Nerlei, Fátima está presente em todo o mundo (Rui Cabecinhas - Reitor do Santuário de Fátima), Acili, Mosteiro da Batalha, ..........

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

João e a sua trilogia, o deslumbre de Cecília Fluss, O Paraíso segundo Lars D., O Luto de Elias Gro; Eugénio Lisboa; Prisioneiros da Geografia

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Este livro de Tim Marshal relembra-nos a importância da geografia nos assuntos internacionais - do valor que tais planícies abertas continuam a ter na era dos drones e dos ataques cibernéticos. (Financial Times)
Ed. Desassossego, 2017

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Numa manhã de Inverno, Lars saiu de casa, enxotado por uma dolorosa insónia, e encontra uma desconhecida a dormir no seu carro. Ele é um escritor sexagenário há muitos anos sem vontade de escrever, a rapariga chama-se Gloria e vive os dias conturbados da juventude. Poucas horas mais tarde, Lars parte em viagem com a jovem, deixando para trás um casamento de uma vida inteira e um romance inédito: O luto de Elias Gro.
A mulher de Lars é quem assume as rédeas da narrativa, tal como tentara fazer com a vida do marido, cavaleiro solitário. Refém das memórias, por vezes cómicas, por vezes dolorosas, dos anos vividos com o escritor, a narradora reconstrói uma cartografia emocional do seu casamento, que é afinal um mapa de solidão e de afectos. Com a vida paralisada pela ausência de Lars, o seu caminho cruza-se com o de Xavier, um jovem estudante de Teologia. Juntos, investigarão o paradeiro de Lars e, pelo caminho, explorarão uma certa ideia de Paraíso.


domingo, 11 de junho de 2017

O Gozo de ser Poeta de José Augusto de Vasconcellos e Sá

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Ed. Hugin. 2011
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José Augusto de Vasconcellos e Sá


José Augusto de Vasconcellos e Sá
José Augusto de Vasconcellos e Sá nasceu em Évora Freguesia de Santo Antão, no dia 4 de Março de 1926. Licenciou-se em História e Filosofia (Faculdade de Letras de Lisboa) entre 1952/1957, como trabalhador Estudante.
Começou a carreira literária em 1952 publicando contos no jornal Diário Popular, na secção Um Conto por Dia. O primeiro a ser publicado teve o título de Porquê?, revelador da sensibilidade ainda descrente de poder ser Escritor.
Em 1955 publicou o romance Perdoa, Pedro; em 1956 E Venceram a Morte; em 1957 5101 sob o pseudónimo de Peter Craft.
Após vários anos de intervalo, publicou, em 1974, Resumo de Meia-Vida; o primeiro livro de Poesia. Em 1978 Trincadelas Revolucionárias (crónicas políticas de escárnio e de mal-dizer); e novo livro de poesia política, intitulado Voto Portugal, em 1980. Em 1983 Sem Tempo para Morrer; em 1996 Drogas! Que Futuro?! Apenas a Morte! (9 edições); em 2000 Perfil de um Candidato e em 2001 O Gozo de ser Poeta. O seu nome consta do III volume de Antologia de Poesia Contemporânea, de 1986, com mais 63 Autores.
Existem 13 CDs com letras de fado de sua autoria cantados por diversos artistas.
Colaborou com assiduidade nos jornais O Primeiro de JaneiroA CapitalO SéculoO TemplárioDiário PopularA VozNotícias de ÉvoraA DefesaO ZÉ, do qual foi Director quatro anos; Mensageiro de BragançaA Voz de EsmorizO ValencianoEco do FunchalO Português na Austrália, com crónicas e ensaios filosóficos.