quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Ferreira de Castro: obra completa
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Ferreira de Castro
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O Rastro do Jaguar
1982
«Obra de fôlego, que refigura uma vasta erudição, O RSTRO do Jaguar" combina narrativa histórica e arte poética, elaboração wagnertiana e aura profética, de forma a prender o interesse da leitura por uma saga onde se conjugam a busca individual de raízes e o destino ameríndio, e que atravessa a frança, Portugal, Brasil, Paraguai e Argentina, até ao final aberto sobre a demanda milenaristada Terra Sem Males.»
MANUEL ALEGRE
Presidente do Júri do Prémio Leya 2008
«Obra de fôlego, que refigura uma vasta erudição, O RSTRO do Jaguar" combina narrativa histórica e arte poética, elaboração wagnertiana e aura profética, de forma a prender o interesse da leitura por uma saga onde se conjugam a busca individual de raízes e o destino ameríndio, e que atravessa a frança, Portugal, Brasil, Paraguai e Argentina, até ao final aberto sobre a demanda milenaristada Terra Sem Males.»
MANUEL ALEGRE
Presidente do Júri do Prémio Leya 2008
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domingo, 8 de dezembro de 2013
Arménio Vasconcelos: Contos de réis, reais, d´amores
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
LEIRIcaturas - Autores Caricaturistas Leirienses
1977
Ed. Junta Freguesia de Leiria, 2000
Cartoon de ZÉ OLIVEIRA
Nota: Este livro foi-me oferecido nesta data pela Junta de Freguesia de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes.
A caricatura do Dr. Arménio Vasconcelos fica aqui realçada por vários motivos, dentre os quais destaco, agora, os factos de ter escrito o Prefácio do meu livro, "Falando de Acácio de Paiva", ed. 2013 e de, ele próprio, lançar, no próximo sábado, o seu livro de contos

em que a Zaida Paiva Nunes (minha mulher) também vai dizer um poema.
Ed. Junta Freguesia de Leiria, 2000
Cartoon de ZÉ OLIVEIRA
Nota: Este livro foi-me oferecido nesta data pela Junta de Freguesia de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes.
A caricatura do Dr. Arménio Vasconcelos fica aqui realçada por vários motivos, dentre os quais destaco, agora, os factos de ter escrito o Prefácio do meu livro, "Falando de Acácio de Paiva", ed. 2013 e de, ele próprio, lançar, no próximo sábado, o seu livro de contos
em que a Zaida Paiva Nunes (minha mulher) também vai dizer um poema.
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terça-feira, 5 de novembro de 2013
Maçonaria: Raízes e Segredos da sua História
954
Ed. 2002
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W. L. Wilmshurst, ele próprio membro da Maçonaria Inglesa, procurou com esta obra clarificar um pouco a sua história, propósitos, crenças e rituais, tornando a sua compreensão acessível também aos leigos.
Bem tenho tentado perceber em rigor as diferenças substantivas que existem entre as várias Ordens Maçónicas, ou se devemos, pura e simplesmente, considerar uma Ordem Maçónica, ainda que identificada por várias Grandes Lojas...
À volta desta ideia de maçonaria e dos Maçons ainda subsistem muitos segredos que, aos poucos, mas sem certezas dos intentos dos vários grupos organizados, vão sendo do domínio público.
Pelo que me apercebo só integrando, de facto, uma Loja Maçónica é que se consegue perceber claramente os objetivos pretendidos, para além dos que definem teoricamente toda a "Hierarquia" ,instituída no sentido duma devoção constante relativamente a Deus e às coisas divinas...
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É imperioso refletir sobre os conteúdos do livro de Eclesiastes, particularmente, Hierarquia, I, 1-3 ...
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É imperioso refletir sobre os conteúdos do livro de Eclesiastes, particularmente, Hierarquia, I, 1-3 ...
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Aplicação Prática:
Eclesiastes oferece ao Cristão a oportunidade de compreender o vazio e o desespero com os quais aqueles que não conhecem a Deus têm que lidar. Aqueles que não têm uma fé salvadora em Cristo se deparam com uma vida que no fim das contas vai acabar e tornar-se irrelevante. Se não há salvação, e não há Deus, então não existe nenhum sentido, propósito ou direção para a vida. O “mundo debaixo do sol”, longe de Deus, é frustrante, cruel, injusto, breve e total “vaidade”. No entanto, com Cristo a vida é apenas uma sombra das glórias por vir em um paraíso que só é acessível por meio d´Ele.
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Eclesiastes oferece ao Cristão a oportunidade de compreender o vazio e o desespero com os quais aqueles que não conhecem a Deus têm que lidar. Aqueles que não têm uma fé salvadora em Cristo se deparam com uma vida que no fim das contas vai acabar e tornar-se irrelevante. Se não há salvação, e não há Deus, então não existe nenhum sentido, propósito ou direção para a vida. O “mundo debaixo do sol”, longe de Deus, é frustrante, cruel, injusto, breve e total “vaidade”. No entanto, com Cristo a vida é apenas uma sombra das glórias por vir em um paraíso que só é acessível por meio d´Ele.
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W.L.Wilmshurst
O Colecionador de Erva - Francisco J Viegas e "Vida e Alma" de Helena Sacadura Cabral
1976
ed. 2013
1975
ed. 2013
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as memórias de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.
Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) O Colecionador de Erva funciona como uma montagem cinematográfica sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justificação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num road movie.
ed. 2013
1975
ed. 2013
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as memórias de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.
Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) O Colecionador de Erva funciona como uma montagem cinematográfica sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justificação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num road movie.
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Colecionador de Ervas,
ed. 2013,
Ed. Clube do Autor,
ed. Porto Editora,
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Vida e Alma
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
A Comunidade Judaica de Leiria
1479
ed. 2010
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"Neste livro apresenta-se, ao leitor interessado, uma história daquela que foi uma das mais prósperas comunidades judaicas do Portugal medieval. O autor, depois de proceder à avaliação da tradição historio-gráfica acerca da memória judaica e cristã-nova leiriense, passa à contextualização da fixação dos primeiros judeus nesta antiga vila extremenha, por finais do século XII e princípios de Duzentos, e avalia pormenorizadamente as particularidades económicas, sociais e culturais da comuna israelita local, na década de 1490, funcionou a tipografia da família Ortas, oficina impressora do célebre Almanaque Perpétuo de Abraão Zacuto. Estabelece-se, de seguida, um amplo corpo documental que elucida, para os séculos XIII a XVI, a presença e a sobrevivência do povo hebraico em Leiria e em toda a sua região."
in badana da contracapa do livro supra-citado.consultar também: www.catedra-alberto-benveniste.org
ver também aqui
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Judiaria Leiria,
Saul António Gomes,
Saul Gomes
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