domingo, 12 de fevereiro de 2017

Livros de Rita Ferro, Luís Vieira da Mota, Fernanda de Castro (70 anos de Poesia), Eugenio Kontale

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70 anos de poesia
Fernanda de Castro,
Fund Eng António de Almeida, 1989
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2337
Poesia Reunida
João Luís Barreto Guimarães
Ed. Quetzal, 2011
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2338
Desculpe lá, Mãe
Rita Ferro e Marta Gautier
Círc. Leitores, 1998
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O Vento e a Lua
Rita Ferro
Ed. Contexto, 1992
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(Livros comprados em alfarrabista após a vinda de Rita Ferro a Leiria
fazer a apresentação do seu livro António Ferro- Um Homem por Amar, 2016)
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2340
O Banqueiro Anarquista/A Alma do Homem sob a Égide do Socialismo
Fernando Pessoa/Oscar Wilde
Ed. Guerra e Paz, 2016
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2341
Diário de Alba
Luís Vieira da Mota
e Mireia Oncins
Ed. Textiverso, 2016

2335

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Rita Ferro em "António Ferro - Um Homem por Amar"

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Rita Ferro nasce um ano depois de António Ferro morrer. Todavia, a imagem que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjeturando ao longo de décadas, dentro e fora da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - neta, romancista e utilizadora privilegiada do espólio familiar - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra profundidade às versões com que a academia, a edição e a imprensa, aplicadamente, o vêm reduzindo, perdendo da vista o que poderia conferir-lhes outro equilíbrio:
a perspetiva do seu lado mais íntimo e humano.
Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas nunca inocente - este livro, cujos anacronismos são deliberados, e que continua o que Retrato de Uma Família já começara, é uma recriação pessoalíssima composta de uma série de frescos baseados em factos verídicos, com uma abordagem totalmente inesperada, oferecendo ainda, no final, um lote de correspondência inédita.

António Ferro - Um Homem por Amar lança uma luz diferente sobre o caráter deste homem controverso e extraordinário que marcou o século XX português.
(in contracapa do livro)


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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Revolta na Stephens - Romance Histórico

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A Revolta na Stephens
Fernando Luz
Romance Histórico
Ed. Textiverso, 2016

Em 1827 os vidreiros da fábrica de vidros da Marinha Grande estavam em guerra. Não aceitavam a decisão do Estado de não querer receber a fábrica conforme fora determinado em testamento por Diogo Stephens, antes pretendendo dá-la de arrendamento a particulares. Iam dar início a formas de luta pelos seus direitos e pelos destinos da fábrica, muitos anos antes de na Marinha Grande ou em qualquer lugar de Portugal outros operários iniciarem formas de luta semelhantes. Um de entre eles, o ajudante de cristalaria Vicente de Sousa, luta também pela mulher da sua vida.