domingo, 22 de novembro de 2020

Regresso a Casa - José Luís Peixoto


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Afinal, havia muitas estradas para chegar aqui, havia dias seguidos num diário, páginas para traduzir palavra a palavra. Afinal, havia amigos. Havia toda esta família que me olha e que olho. Aqui estou de novo. Pronto para o almoço de domingo.

in contracapa

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NOTA:
Os livros que aqui vou registando constituem a biblioteca AZ- Biblioteca de António&Zaida (Nunes).
Portanto, não podem reflectir, obrigatoriamente, os hábitos de leitura de qualquer um de nós, individuamente.


 

terça-feira, 20 de outubro de 2020

António Lobo Antunes: Diccionario Da Linguagem das Flores; Walter Hugo Mãe: Contra mim; Isla Dewar: Almas (quase) Gémeas


2569
ed. 2020

"Um autor com uma facilidade prodigiosa para enlaçar obras-primas, que dentro de cinco mil anos, em argila ou em pó de estrelas, continuarão a ser lidas com paixão."
El País


2570
ed. 2020


2571
ed. 2020
ed. Quinta Essência

 

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

onde as maçãs crescem, Carlos Lopes Pires 2020

 



2568
ed. 2020
O autor teve a amabilidade de me convidar, como amigo, para colaborar na sessão de apresentação do livro, no dia 12 de Setembro de 2020, no jardim da Casa-Museu João Soares. Estávamos em tempo de contingência da pandemia COVID-19, por isso viemos para o ar livre. O tempo estava majestoso e a sessão, bem concorrida, correu muito bem.
Participei dizendo umas palavras de carinho e de abono sincero à pessoa do autor e à sua obra. Quem fez a apresentação propriamente dita foio nosso comum amigo e escritor Luís Vieira da Mota.
Eis o que eu disse:
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Onde as maçãs crescem


Minhas Sras e meus senhores

amigos

Carlos Lopes Pires é um poeta constante. Já o escreveu taxativamente MFM (Manuel Frias Martins) na sua impressionante recensão crítica, que publicou no nº 201 Maio/Agosto2019 da sempre conceituada revista COLÓQUIO|Letras, a propósito do “a noite que nenhuma mão alcança” dado a lume há dois anos atrás.   Já?!

Nós estamos aqui hoje e desta forma, somos, também, testemunhas do intenso labor poético de Carlos Lopes Pires que soma mais de um quarto de século a publicar Poesia sempre rodeado de amigos que comungam esta sua faceta profundamente humana.

  Já são mais de 20, os livros de poesia de sua autoria. Não fiz a contabilidade, mas as contas devem estar certas ou quase. Claro, sou contabilista, logo devia falar em números precisos; mas não estamos aqui para falar de números.

Esta minha intervenção não é senão um intróito para o que já a seguir vamos ouvir do nosso amigo comum e emérito escritor, Luís Vieira da Mota, que ele sim, é a personagem certa para dizer do seu modo de ver a vida e a obra de Carlos Lopes Pires. Até porque são muitos os anos de convívio literário e de franca amizade que já os unem…

De qualquer modo, não posso deixar de aproveitar este ensejo para dizer umas coisas acerca deste livro que agora vai ser apresentado e que fala dos sítios onde as maçãs crescem. Com este título o poeta e amigo Carlos Pires pretenderá o quê? Chamar-nos a atenção para o paraíso que pode ser o sítio onde vivemos neste mundo? Haverá só um mundo? Cada um de nós será um mundo? Teremos que considerar que o mundo não é uma coisa definida antes teremos que admitir que o mundo é um conjunto indeterminado de mundos?!  Mas sendo um conjunto indeterminado de mundos, será que não tem princípio nem fim? Estaremos nós disponíveis para aceitar que o tempo dura tanto tempo quanto o tempo que demoramos a sintonizar o nosso próprio eu?  Ou mais?!

Aqui chegado ocorre-me que a continuidade do tempo poderá não existir no que é eterno, mas sim no efémero e transitório. Ou seja, nas coisas simples a que o amor deverá presidir.

Quero eu tentar dizer que a poesia poderá ser esse espaço entre o transitório e o eterno. E que a poesia de Carlos Lopes Pires revela esse carácter e essa sensibilidade. E, visivelmente, também se rebela contra as convenções da literatura tradicional que tende a ambicionar o eterno da fama e notoriedade pessoal através da palavra.

A poesia de Carlos Pires assume uma atitude de contributo para que as pessoas se possam compreender a si próprias cada vez melhor. Para isso o poeta não se cansa na procura de novos modelos para a representação do mundo e da realidade, transportando a sua própria realidade e a que ele observa a partir da dos outros. E com uma preocupação suplementar: a de renovar as coisas reais e reintegrá-las na vida.

A poesia, tal como Carlos Pires nos sugere, é quem melhor nos pode induzir ao interesse pelas coisas simples e a compreensão destas, sim, é que nos poderá levar a perceber a complexidade da vida.

Ou seja, e para finalizar esta minha singela divagação, pressente-se que o poeta tende a mostrar-nos o sentido da vida impulsionando o leitor a sair de situações desesperadas e a recuperar o desejo duma vida simples mas sem perder a sua capacidade de sonhar.

Carlos, meu amigo, mestre, a tua poesia tem sido para mim um bálsamo muito especial contra o medo da minha ignorância.

E um grande estímulo para descomplicar a vida aceitando os princípios cósmicos que orientam a nossa própria existência.

Mais não vou acrescentar a este meu testemunho, que o Luís Vieira da Mota, por ti muito justamente homenageado dedicando-lhe expressamente este teu livro, se vai encarregar a preceito, de tal missão.

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Obrigado, poeta, pela poesia com que tens ajudado a vestir o mundo e mostrar que vale a pena o convívio de que todos nós necessitamos, mas que nem sempre o conseguimos alcançar.

Obrigado por seres um amigo com quem também é possível dialogar com o recurso ao poema…  

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Claro, não podia deixar de vos ler o poema da página 80, dada a afinidade que o passou a ligar a mim, pessoalmente, e que eu agradeço do fundo do meu coração o carinho que nele e em nós se reflecte.

Leiria, 12 setembro 2020

António Nunes

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(ver reportagem mais completa sobre o lançamento deste livro em 

Os Illuminati, matilde campilho, jóquei, Pensa como um monge

2566
Haverá uma conspiração secreta para decidir o curso da História?

2565
é urgente a pessoa mais do que o número, a palavra mais do que a fórmula, o poema mais do que a moeda.

2564

"pétalas num ramo negro, molhado"  -ezra pound


2567
Programa a mente para uma vida serena e com sentido





 

Vários 2560-2562 Rita Ferro- Os pássaros cantam em Grego/ rosa oliveira (poesia- autora viseense) (col Tinta da China coordenada por Pedro Mexia)



2561
2562



2560

 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

2563 Margarida Espantada - Rod Guedes Carvalho

 



2563
abril2020

...~
Não devemos recear livros duros. As histórias que mais nos prendem trazem uma catarse que nos carrega as mágoas, personagens que apresentam as suas semelhanças connosco. 
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Francisco Guedes de Carvalho

in cintracapa


sábado, 20 de junho de 2020

Kafka e outros registado no blog 1 antigo

18/07/2011


Feira do Livro em V. N. de Milfontes # 1647 a 1660


Livros comprados na Feira do Livro em V. N. de Milfontes em 17 de Julho de 2011:

1647
A Consciência de Zenzo
Italo Svevo
D. Quixote 2009
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1648
António Botto
Canções e Outros Poemas
Edição, cronologia e introdução de
Eduardo Pitta
ed. quasi, 2008 - 6,00€
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1649
Recados ao fado
José Luís Gordo
Misótis, 2004 - 4,00 €
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1650
Poemas, Maio, trabalho, luta
Ed, comemorativa do 120º aniversário do 1º de Maio
Ed. Avante, 2010 - 10,71€
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1651
Caricatura em Portugal
Rafael Bordalo Pinheiro, pai do Zé Povinho
João Medina
Ed. Colibri, 2008 8,00 €
- ver reproduções das capas de "O Seculo" Suplemento Illustrado" de 24 de Novembro de 191
e "O Seculo Comico" de 4 de Junho de 1917, em que o Director era Acácio de Paiva
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1652

Grandes Dúvidas da Língua Portuguesa
Falar e escrever sem erros
Elsa Rodrigues dos Santos
- Regras do novo acordo ortográfico
- Resposta a mais de 300 dúvidas de gramática
- Conselhos para o uso correto da língua
Ed. a esfera dos livros, 2011       17,10€
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1653
Este corpo que vos deixo
Poesia
Pedro Águas
Ed. Absinto, 2009
- 5,00€ comprado em Grândola, à mesa dum restaurante.
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1654
A Garrafa Flutuante
Poemas reeditados
Pedro Águas
Peter Waters Edições, 2007
- 5,00 comprado em Grândola, à mesa dum restaurante.
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1655
Cem Poemas Portugueses do Riso e do Maldizer
Selecção, organização e introdução de José Fanha e José Jorge Letria
Ed. Terramar, 2ª edição 2008   11,30€
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1656
Contos e Vivências do Sudoeste Alentejano
Maria Vitória Afonso
Ed. Colibri, 2008    - 2,00€
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1657
Metamorfose
Franz Kafka
Ed. Livros do Brasil, 2010
-
1658
O Nº 11
Margarida Fonseca Santos
Ed. Colibri, 2008
1º Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes - 2007
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1659
Escritores Portugueses do Algarve
Ilena Luís Candeias Gonçalves
Ed. Colibri, 2006
- Texto bio-bibliográficos acerca de Lídia Jorge, António Ramos Rosa, Casimiro de Brito, Gastão Cruz, Nuno Júdice, Teresa Rita Lopes, José Vieira Calado e outros.
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1660
Poemas de Alexandre O´Neill
ditos por Sinde Filipe
Ed. Dinalivro, 2010