quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

O Leopardo de Tomasi di Lampeduso 333

 



333
10nov1975
Ed. Círculo de Leitores

No Sábado passado, 23 de Janeiro de 2021, na actuação de Paulo Portas, no telejornal da TVI, este lembrou que recentemente, o livro «O leopardo» tinha acabado de ser reeditado. Aconselhou-o vivamente, até como uma excelente forma de tomar contacto com as questões políticas ....

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Fomos à procura dele na nossa Biblioteca. Ainda não o tinha registado neste meu blogue.
Aqui fica o registo. Tem um registo de entrada com data de 10 de novembro de 1975.




sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

QUANDO, Manuel Alegre

 


2575

...
Como encontrar os que partiram cedo demais
e os que chegaram depois das horas todas?
Dissemos até já
e de repente tinha passado meio século.
...

(livro oferecido pela Maria Padrão)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

No Passado e no Futuro Estamos Todos Mortos; Miguel Esteves Cardoso


2573
NO PASSADO E NO FUTURO
ESTAMOS 
RODOS MORTOS
eD. Porto Editora, 2019


«Pensar na morte é a melhor maneira de dar valor à vida.
O tempo que perdemos a fazer coisas que não são prazeres nem nos ensinam nada é um terrível
desperdício. O melhor, para dar valor à vida,
é fingir e imaginar que se morre todos os dias.
É fácil. Estarmos cá, vivos e conscientes, é uma estranha excepção, que vai a favor de todos 
os que morreram e nunca mais voltaram.»

MEC- in contracapa


domingo, 22 de novembro de 2020

Regresso a Casa - José Luís Peixoto


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Afinal, havia muitas estradas para chegar aqui, havia dias seguidos num diário, páginas para traduzir palavra a palavra. Afinal, havia amigos. Havia toda esta família que me olha e que olho. Aqui estou de novo. Pronto para o almoço de domingo.

in contracapa

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NOTA:
Os livros que aqui vou registando constituem a biblioteca AZ- Biblioteca de António&Zaida (Nunes).
Portanto, não podem reflectir, obrigatoriamente, os hábitos de leitura de qualquer um de nós, individuamente.


 

terça-feira, 20 de outubro de 2020

António Lobo Antunes: Diccionario Da Linguagem das Flores; Walter Hugo Mãe: Contra mim; Isla Dewar: Almas (quase) Gémeas


2569
ed. 2020

"Um autor com uma facilidade prodigiosa para enlaçar obras-primas, que dentro de cinco mil anos, em argila ou em pó de estrelas, continuarão a ser lidas com paixão."
El País


2570
ed. 2020


2571
ed. 2020
ed. Quinta Essência

 

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

onde as maçãs crescem, Carlos Lopes Pires 2020

 



2568
ed. 2020
O autor teve a amabilidade de me convidar, como amigo, para colaborar na sessão de apresentação do livro, no dia 12 de Setembro de 2020, no jardim da Casa-Museu João Soares. Estávamos em tempo de contingência da pandemia COVID-19, por isso viemos para o ar livre. O tempo estava majestoso e a sessão, bem concorrida, correu muito bem.
Participei dizendo umas palavras de carinho e de abono sincero à pessoa do autor e à sua obra. Quem fez a apresentação propriamente dita foio nosso comum amigo e escritor Luís Vieira da Mota.
Eis o que eu disse:
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Onde as maçãs crescem


Minhas Sras e meus senhores

amigos

Carlos Lopes Pires é um poeta constante. Já o escreveu taxativamente MFM (Manuel Frias Martins) na sua impressionante recensão crítica, que publicou no nº 201 Maio/Agosto2019 da sempre conceituada revista COLÓQUIO|Letras, a propósito do “a noite que nenhuma mão alcança” dado a lume há dois anos atrás.   Já?!

Nós estamos aqui hoje e desta forma, somos, também, testemunhas do intenso labor poético de Carlos Lopes Pires que soma mais de um quarto de século a publicar Poesia sempre rodeado de amigos que comungam esta sua faceta profundamente humana.

  Já são mais de 20, os livros de poesia de sua autoria. Não fiz a contabilidade, mas as contas devem estar certas ou quase. Claro, sou contabilista, logo devia falar em números precisos; mas não estamos aqui para falar de números.

Esta minha intervenção não é senão um intróito para o que já a seguir vamos ouvir do nosso amigo comum e emérito escritor, Luís Vieira da Mota, que ele sim, é a personagem certa para dizer do seu modo de ver a vida e a obra de Carlos Lopes Pires. Até porque são muitos os anos de convívio literário e de franca amizade que já os unem…

De qualquer modo, não posso deixar de aproveitar este ensejo para dizer umas coisas acerca deste livro que agora vai ser apresentado e que fala dos sítios onde as maçãs crescem. Com este título o poeta e amigo Carlos Pires pretenderá o quê? Chamar-nos a atenção para o paraíso que pode ser o sítio onde vivemos neste mundo? Haverá só um mundo? Cada um de nós será um mundo? Teremos que considerar que o mundo não é uma coisa definida antes teremos que admitir que o mundo é um conjunto indeterminado de mundos?!  Mas sendo um conjunto indeterminado de mundos, será que não tem princípio nem fim? Estaremos nós disponíveis para aceitar que o tempo dura tanto tempo quanto o tempo que demoramos a sintonizar o nosso próprio eu?  Ou mais?!

Aqui chegado ocorre-me que a continuidade do tempo poderá não existir no que é eterno, mas sim no efémero e transitório. Ou seja, nas coisas simples a que o amor deverá presidir.

Quero eu tentar dizer que a poesia poderá ser esse espaço entre o transitório e o eterno. E que a poesia de Carlos Lopes Pires revela esse carácter e essa sensibilidade. E, visivelmente, também se rebela contra as convenções da literatura tradicional que tende a ambicionar o eterno da fama e notoriedade pessoal através da palavra.

A poesia de Carlos Pires assume uma atitude de contributo para que as pessoas se possam compreender a si próprias cada vez melhor. Para isso o poeta não se cansa na procura de novos modelos para a representação do mundo e da realidade, transportando a sua própria realidade e a que ele observa a partir da dos outros. E com uma preocupação suplementar: a de renovar as coisas reais e reintegrá-las na vida.

A poesia, tal como Carlos Pires nos sugere, é quem melhor nos pode induzir ao interesse pelas coisas simples e a compreensão destas, sim, é que nos poderá levar a perceber a complexidade da vida.

Ou seja, e para finalizar esta minha singela divagação, pressente-se que o poeta tende a mostrar-nos o sentido da vida impulsionando o leitor a sair de situações desesperadas e a recuperar o desejo duma vida simples mas sem perder a sua capacidade de sonhar.

Carlos, meu amigo, mestre, a tua poesia tem sido para mim um bálsamo muito especial contra o medo da minha ignorância.

E um grande estímulo para descomplicar a vida aceitando os princípios cósmicos que orientam a nossa própria existência.

Mais não vou acrescentar a este meu testemunho, que o Luís Vieira da Mota, por ti muito justamente homenageado dedicando-lhe expressamente este teu livro, se vai encarregar a preceito, de tal missão.

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Obrigado, poeta, pela poesia com que tens ajudado a vestir o mundo e mostrar que vale a pena o convívio de que todos nós necessitamos, mas que nem sempre o conseguimos alcançar.

Obrigado por seres um amigo com quem também é possível dialogar com o recurso ao poema…  

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Claro, não podia deixar de vos ler o poema da página 80, dada a afinidade que o passou a ligar a mim, pessoalmente, e que eu agradeço do fundo do meu coração o carinho que nele e em nós se reflecte.

Leiria, 12 setembro 2020

António Nunes

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(ver reportagem mais completa sobre o lançamento deste livro em 

Os Illuminati, matilde campilho, jóquei, Pensa como um monge

2566
Haverá uma conspiração secreta para decidir o curso da História?

2565
é urgente a pessoa mais do que o número, a palavra mais do que a fórmula, o poema mais do que a moeda.

2564

"pétalas num ramo negro, molhado"  -ezra pound


2567
Programa a mente para uma vida serena e com sentido